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Brasil
21/11/2008 - 09h25

Novela da Record terá personagem inspirado em delegado Protógenes Queiroz

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da Folha Online

A equipe do novelista Lauro César Muniz, da Record, procurou o delegado da Polícia Federal Protógenes Queiroz para saber detalhes de seu trabalho. As informações serão usadas na novela "Vendetta" (nome provisório), que tem na trama ações da PF, informa nesta sexta-feira a coluna de Monica Bergamo, publicada pela Folha (a íntegra está disponível apenas para assinantes do jornal e do UOL).

07.nov.2008/Folha Imagem
A novela de Lauro César Muniz, da Record, terá um delegado inspirado em Protógenes
A novela de Lauro César Muniz, da Record, terá um delegado inspirado em Protógenes

De acordo com a coluna, Muniz criou o personagem Telônio, um delegado "que, assim como Protógenes, será amado pelo público".

Protógenes ficou famoso depois de liderar a primeira fase da Operação Satiagraha, que investiga crimes financeiros. Na primeira fase, a PF chegou a prender o banqueiro Daniel Dantas, o ex-prefeito Celso Pitta (PTB) e o investidor Naji Nahas. Todos foram soltos.

O delegado foi afastado do caso após denúncias de supostos excessos na condução da investigação. A prisão de Pitta, de pijamas, foi flagrada pelas câmeras de TV. Ouça íntegra da reunião que afastou Protógenes.

Entrevista

De acordo com a coluna, Protógenes comunicou ao "Roda Viva", da Cultura, que só vai ao programa de segunda-feira se o juiz Fausto De Sanctis, da 6ª Vara Criminal da Justiça Federal em São Paulo, já tiver proferido a sentença no caso Daniel Dantas.

Protógenes afirmou dias atrás que só voltará a falar com a imprensa depois da "condenação do banqueiro bandido".

Na quarta-feira, o advogado de Daniel Dantas, Nélio Machado, pediu ao juiz acesso à gravação da reunião na superintendência da Polícia Federal, que decidiu pelo afastamento de Protógenes do comando da Operação Satiagraha.

O pedido da defesa de Dantas adiou, assim, o fim do processo contra o banqueiro na 6ª Vara Criminal, que poderia acontecer na quarta-feira com a entrega das alegações finais por parte dos acusados.

Para Machado, o conteúdo da reunião influencia diretamente no desenrolar do processo contra seu cliente, acusado de corrupção.

Leia a matéria completa na Folha desta sexta-feira, que já está nas bancas.

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Comentários dos leitores
Igor Bevilaqua (730) 25/11/2009 09h14
Igor Bevilaqua (730) 25/11/2009 09h14
Prestem atenção que são os que deveriam ser investigados, os que nomeiam e colocam em cargos importantes, personagens de seus interesses..., cito como exemplo a "POLÍCIA FEDERAL"..., depois da troca de comando, depois do afastamente forçado do Delegado Protógenes..., nunca mais prendeu um deputado ou senador ou ainda magistrados envolvidos em roubos, escândalos, venda de sentenças e corrupção e etc..., então, tem duas hipóteses..., ou tem "GENTE DE CASA" no comando..., ou da noite para o dia..., "TODOS ELES FICARAM HONESTOS"..., o que, eu, particularmente, acho impossível. sem opinião
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Luís da Velosa (1424) 25/11/2009 08h12
Luís da Velosa (1424) 25/11/2009 08h12
Deu-me boa impressão o questionamento feito pelo Senado ao Dr. Trezza e as suas respostas equilibradas. Discrição, Dr. Trezza. Todo o Brasil está aguardando que a gestõ de V.Sa. se revista de sabedoria, de equidade e de força. sem opinião
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Nelson Vaughan (111) 22/11/2009 13h58
Nelson Vaughan (111) 22/11/2009 13h58
Infelizmente o STJ decide, mais uma vez, de forma política e em defesa de interesses particulares, envolvendo-se politicamente nas decisões. É uma pena ver o poder judiciário se prestar pasra isso. sem opinião
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