Senado aprova emendas à MP que concede reajuste a carreiras de servidores
da Agência Senado
O plenário do Senado aprovou nesta terça-feira duas emendas ao projeto oriundo da MP (medida provisória) que concedeu reajuste salarial a carreiras consideradas típicas de Estado, além da estruturação de planos de cargos na administração pública federal.
Ao todo, foram apresentadas 14 emendas à proposta, que agora retorna à análise da Câmara dos Deputados. O texto-base da medida provisória já havia sido aprovado pelos senadores no último dia 19.
A primeira emenda aprovada, de autoria do senador Valdir Raupp (PMDB-RO), estabelece que os servidores originários da Secretaria da Receita Previdenciária redistribuídos para a Secretaria da Receita Federal do Brasil tenham o mesmo tratamento concedido aos servidores que tiveram seus cargos transformados de técnico para analista tributário, tendo em vista que as responsabilidades e atribuições das duas categorias são as mesmas.
A segunda, de autoria do senador Eduardo Suplicy (PT-SP), trata da estruturação do plano de carreira e cargos da Fundação Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada).
Custo
Aprovada no último dia 19, o custo total decorrente da implementação da MP é de R$ 1,9 bilhão, em 2008; R$ 4,7 bilhões, em 2009; R$ 6,6 bilhões, em 2010; e R$ 7,2 bilhões, em 2011, segundo informações do Executivo.
A medida beneficia um total de 91.308 servidores civis, sendo 45.661 ativos, 30.062 aposentados e 15.585 pensionistas, distribuídos em oito carreiras, entre as quais as de auditor da Receita Federal, fiscal do trabalho e diplomata.
Pela MP, os reajustes, concedidos a partir de 1º de julho de 2008, serão pagos gradativamente até julho de 2010. Os servidores passam a ser remunerados exclusivamente por subsídio, fixado em parcela única, vedado o acréscimo de qualquer gratificação, adicional, abono, prêmio, verba de representação ou outra espécie de remuneração.
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Entretanto, existem aumentos e aumentos, cabendo aí a questão; porque motivo existem aumentos de 15 a 30% para uns e para outros nada?
Onde está a coerência, por qual motivo esse protecionismo?
Se o governo tem recursos para esses aumentos, porque motivo persiste nessa disparidade para com os aposentados?
A exclusão dos aposentados no que se refere a igualdade de sua categoria é um equívoco muito grande, mesmo porque todos os trabalhadores hoje ativos, serão um dia, aposentados, fato inquestionável e que deveria ser diariamente levado em consideração.
O interessante de tudo isso, é que no Brasil existem milhares de leis, no entanto vemos serem cumpridas somente as que interessam a uns e outros, não dá para entender o porque.
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Representantes do povo?
Afinal, representantes não existem para representarem seus representados da forma como estes determinem que seja sua representação?
Ah! é?
Nesse contexto, que forma de representação exerceram os deputados federais e senadores para aprovação da lei dos precatórios?
Por ventura os representados que possuem créditos a receber dos governos da União, Estados e Municípios solicitaram aos parlamentares que aprovassem uma lei para que não mais recebessem os valores a que tem direito?
Creio que não e essa lei aprovada dos precatórios é puramente isso, a institucionalização de um calote sem medidas, é a eliminação de direitos do cidadão, que muitas vezes contavam com esses recursos até mesmo para sua subsistência, como foi o cado divulgado em algumas entrevistas de pessoas que possuiam o direito a recebimento e que esses valores foram transformados em precatórios.
VERGONHA, PURA VEGONHA E NACIONAL.
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saúde é só pra ricos, educação, segurança, até quando o povo brasileiro vai ser enganado por esses governantes que não respeitão a proprías constituição federal.
cuidado com a justça DIVINA COM JEOVÁ DEUS NIMGUEM PODE.
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