Brasil
29/11/2008 - 12h33

Juíza reafirma que foi vítima de ameaças após decisão sobre Opportunity

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da Folha de S.Paulo

A juíza da 2ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro, Márcia Cunha, reafirmou em depoimento à Polícia Federal ter sido vítima de tentativa de intimidação após ter ordenado o afastamento do Grupo Opportunity, de Daniel Dantas, do controle da Brasil Telecom.

A primeira vez que Cunha fez essa acusação contra o Opportunity foi em 2005, logo após ter proferido uma sentença contrária ao grupo. À época, ela concedeu entrevistas e falou em juízo.

À PF a juíza disse que, após a decisão, passou a sofrer uma série de ameaças e atos intimidatórios. Afirmou que o marido dela recebeu uma proposta de trabalho do Opportunity com remuneração altíssima, o que interpretou como uma tentativa de corrupção.

A defesa de Dantas nega qualquer tentativa de intimidar a magistrada.

Comentários dos leitores
Igor Bevilaqua (730) 25/11/2009 09h14
Igor Bevilaqua (730) 25/11/2009 09h14
Prestem atenção que são os que deveriam ser investigados, os que nomeiam e colocam em cargos importantes, personagens de seus interesses..., cito como exemplo a "POLÍCIA FEDERAL"..., depois da troca de comando, depois do afastamente forçado do Delegado Protógenes..., nunca mais prendeu um deputado ou senador ou ainda magistrados envolvidos em roubos, escândalos, venda de sentenças e corrupção e etc..., então, tem duas hipóteses..., ou tem "GENTE DE CASA" no comando..., ou da noite para o dia..., "TODOS ELES FICARAM HONESTOS"..., o que, eu, particularmente, acho impossível. sem opinião
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Luís da Velosa (1424) 25/11/2009 08h12
Luís da Velosa (1424) 25/11/2009 08h12
Deu-me boa impressão o questionamento feito pelo Senado ao Dr. Trezza e as suas respostas equilibradas. Discrição, Dr. Trezza. Todo o Brasil está aguardando que a gestõ de V.Sa. se revista de sabedoria, de equidade e de força. sem opinião
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Nelson Vaughan (111) 22/11/2009 13h58
Nelson Vaughan (111) 22/11/2009 13h58
Infelizmente o STJ decide, mais uma vez, de forma política e em defesa de interesses particulares, envolvendo-se politicamente nas decisões. É uma pena ver o poder judiciário se prestar pasra isso. sem opinião
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