Publicidade

Publicidade
Brasil
02/12/2008 - 18h46

Líder do governo recusa proposta da oposição para adiar para março reforma tributária

Publicidade

RENATA GIRALDI
da Folha Online, em Brasília

O líder do governo na Câmara, Henrique Fontana (PT-RS), recusou nesta terça-feira a proposta feita pela oposição de adiar para a segunda quinzena de março a votação da PEC (Proposta de Emenda Constitucional) da reforma tributária. Segundo o petista, a base aliada se dispõe a negociar os pontos controvertidos do texto, mas não aceita deixar de votar a proposta ainda este ano.

Fontana foi até o plenário da Câmara para anunciar a posição do governo, uma vez que os partidos de oposição fazem obstrução às votações, como reação à reforma tributária.

"A oposição nos trouxe uma proposta. Ela pretende que o governo aceite o adiamento para a segunda quinzena de março. O governo não tem essa opinião, mas continua conversando e continua avaliando", afirmou Fontana.

De acordo com o líder, o governo entende que "o melhor para o país é votar a reforma tributária o quanto antes". "Não compreendemos como a melhor opção o adiamento desta votação. O que entendemos é que o quanto antes começar a votação, sem obstrução e com a garantia de que todos os destaques nominais serão votados", disse.

Fontana afirmou que o governo está aberto a negociar os pontos que estiverem em desacordo com o proposto no relatório do deputado Sandro Mabel (PR-GO). "Entendemos que podemos aperfeiçoar o texto de Mabel com as questões que a oposição entender que podem contribuir", disse ele.

Os partidos de oposição, sob orientação do PSDB, DEM e PPS, criticam a forma como o governo negocia a reforma. Vários governadores reagem à unificação do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços), além da sua cobrança no destino e a criação do IVA (Imposto sobre Valor Agregado) e as regras que prevêem o fim da guerra fiscal.

Comentários dos leitores
Francisco Ramos (87) 31/07/2009 17h31
Francisco Ramos (87) 31/07/2009 17h31
Quanto a reforma politica e a situação tributaria do brasil, a opsição do governo lula, pelos partidos do PSDB, e DEMO, atingo (PFL), esta ganhando de PSDB 10 X 0 LULA, não conseguir levar pra frente a reforma triburaria, derrubou a CPMF, levando os municipios brasileiro a uma calamidade publica na área da saúde, consegundo assim os seus objetivos, levando os mais pobres, para maiores necessidade, desconforto, desorientação, muitos sem saber aonde ir buscar tratamentos para seus casos de saude, que cada vez mais, aparece duenças dificieis de curas, como estamos a 11 anos com os problemas da dengue, e agora com a onda da gripe suina, e o que mais esta por vir. Na verdade o que se sabe é que as secretaqria de saude, o ministério da saude, ficam dando informções na midia, mas na ponta, nos municipios nãi exite preparo neenhum, se que levam orientação para os profissionais da area, no tratamento o que tenho visto no municipis em que mora, sempre tém os médicos de responsabilidade que da uma atenção maior nas consultas dos pacientes gripados, e existem aqueles médico da rede publica que vai no posto cumprir com seu horários de trabalho uma vez por semana, quando volta naquele posto de saude para dar o segundo plantão depois de 10 dias, não sabe o que aconteceu com o parciente com suspeita da girpe suina, não existe uma preocupação efetiva com as doenças porque os prefeitos não tem recurso para investir na hora necessaria. sem opinião
avalie fechar
Monica Rego (213) 17/06/2009 18h42
Monica Rego (213) 17/06/2009 18h42
P$DEM não tem proposta para o país seu choque de gestão é o que a de pior para o povo que necessita de políticas publicas!!! sem opinião
avalie fechar
Valter Souza (37) 17/06/2009 15h39
Valter Souza (37) 17/06/2009 15h39
O Sr Serra deveria se recolher aos aposentos pois falar que a reforma é um "horror" que é isso ou aquilo e não dar nenhuma explicação do que está errado isso é só politicagem!!! 2 opiniões
avalie fechar
Comente esta reportagem Veja todos os comentários (114)
Termos e condições
 

FolhaShop

Digite produto
ou marca