Publicidade

Publicidade
Brasil
04/12/2008 - 10h23

ONGs criticam corporativismo do Legislativo ao rejeitar cassação de Paulinho

Publicidade

da Folha de S.Paulo

Organizações não-governamentais que fiscalizam o poder público avaliam como "corporativismo" a decisão do Conselho de Ética da Câmara de rejeitar parecer pedindo a cassação de Paulo Pereira da Silva (PDT-SP).

"O conselho não é um tribunal. Está ali para proteger os parlamentares", diz Claudio Weber Abramo, da Transparência Brasil. Segundo ele, não faltaram indícios para julgar a quebra de decoro parlamentar de Paulinho. O deputado é suspeito de desviar recursos do BNDES e de tráfico de influência.

No conselho, foram 10 votos contra e 4 a favor da cassação de Paulinho.

"O resultado não surpreende, mas não deixa de causar indignação", afirma Gilberto Palma, diretor institucional do instituto Ágora. "Há conivência e critérios elásticos de tolerância. É uma lástima", disse.

Palma concorda com Abramo sobre o sentimento de autopreservação que move o órgão de controle da Câmara, onde predominariam o clientelismo e a troca de favores. A Central Única dos Trabalhadores não quis se pronunciar.

Nos seus sete anos de existência, o Conselho de Ética da Câmara votou 45 processos contra deputados, mas em apenas 4 deles os acusados de quebrar o decoro parlamentar acabaram sendo cassados pelo plenário da Casa.

Votaram contra a cassação
Fernando Melo (PT-AC)
Leonardo Monteiro (PT-MG)
Sandes Júnior (PP-GO)
Wladimir Costa (PMDB-PA)
Efraim Filho (DEM-PB)
Dagoberto (PDT-MS)
Abelardo Camarinha (PSB-SP)
José Carlos Araújo (PR-BA)
Marcelo Ortiz (PV-SP)
Rômulo Gouveia (PSDB-PB)
Votaram pela cassação
Paulo Piau (PMDB-MG)
Moreira Mendes (PPS-RO)
Ruy Pauletti (PSDB-RS)
Solange Amaral (DEM-RJ)
Comentários dos leitores
GILBERTO DA SILVA (1) 20/10/2009 18h12
GILBERTO DA SILVA (1) 20/10/2009 18h12
esses politicos nao tem o que fazer fica ai criando vagabundos... nao deixa quem quer trabalhar, fica ai fazendo lei pra criar vagabundo... se ele nao tem nada q fazer porque nao vai ver aquelas pessas q passa fome... porque nao vai ver as mordomias dos ladroes... nos q somos trabalhadores nao queremos mordomia... queremos trabalhar e ganhar nosso dinheiro... vc nao ta vendo q a china ta atacando o pais ja ja nao tem emprego aqui... ainda vem vc querer reduzir nossa carga horaria, pelo amor de deus cuida entao da sua vida e larga a do povo q vc nao serve pra cuidar nem dos cachorrinhos... eu nao quero reducao na carga horaria quero trabalhar ate mais se for preciso... mas deixa nos em paz e deixa nos trabalhar se vc nao sabe que isso... sem opinião
avalie fechar
Bolinha da Lulu (637) 16/06/2009 23h07
Bolinha da Lulu (637) 16/06/2009 23h07
Caros Senhores;
Este senhor Paulinho da Força, que agor se ve enrolado com BNDES, e com a ONG da sua esposa, foi o mesmo sindicalista que admitiu no programa Opinião Nacional da TV Cultura, que ele havia pedido ao prizidenti Lulla, para vetar o artigo que obrigava as contas dos sindicatos e centrais serem auditadas pelo TCU e o prizidenti vetou.
E o Nobre paralamentar, afirmou que não deveria ser auditado pois era dinheiro do trabalhador e assim não governamental.
Foi quando o Almir Pazzianotto, corrigiu-o lembrando que o dinheiro advinha do IMPOSTO SINDICAL e como o próprio nome diz, IMPOSTO, quer dizer obrigatorio e assim público, passível de ser auditado.
A PERGUNTA QUE NÃO QUER CALAR.
SE ELE NÃO QUERIA QUE O DINHEIRO FOSSE AUDITADO, QUAL O MOTIVO QUE ELE TERIA?
SERÁ QUE HÁ A NECESSIDADE DE ESCLARECER MAIS ALGUMA COISA ?
sem opinião
avalie fechar
ruggerio manca (29) 15/06/2009 18h21
ruggerio manca (29) 15/06/2009 18h21
ela e inocente , culpado sou. sem opinião
avalie fechar
Comente esta reportagem Veja todos os comentários (276)
Termos e condições
 

FolhaShop

Digite produto
ou marca