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Brasil
12/12/2008 - 18h26

Cronologia

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da Folha Online

Veja abaixo a cronologia dos fatos que acabaram influenciando 1968 no Brasil:

31 de março de 1964 - O Exército depõe o presidente João Goulart

9 de abril de 1964 - É assinado o Ai-1 (Ato Institucional) nº 1, que permitia ao presidente legislar por meio de decretos-leis e provocou a cassação dos direitos políticos de centenas de pessoas

11 de abril de 1964 - O Congresso elege, indiretamente, o general Castelo Branco para a Presidência

27 de outubro de 1965 - Castello Branco edita o AI-2, que dissolve os partidos existentes. Políticos reagrupam-se na Arena (governista) e no MDB (oposição)

13 de novembro de 1965 - É instituído o cruzeiro novo (CNCr$), equivalente a mil cruzeiros antigos

5 de fevereiro de 1966 - Governo baixa o AI-3. Eleições para governadores passam a ser indiretas

3 de outubro de 1966 - Eleição indireta no Cogresso para presidente e vice: vencem o general Arthur da Costa e Silva e Pedro Aleixo

7 de setembro de 1966 - Governo baixa o AI-4, que dá ao Congresso, já expurgado pelas cassações, poderes constituintes. Com isso, é aprovado o projeto constitucional do ministro da Justiça, Carlos Medeiros Silva

15 de março de 1967 - Entra em vigor nova Constituição, e o general Costa e Silva assume a Presidência

28 de março de 1968 - Polícia Militar do Rio de Janeiro mata, com tiros de metralhadora, o estudante secundarista Edson Luís durante um protesto estudantil.

26 de junho - É realizada no Rio a Passeata dos Cem Mil, pedindo liberdade. Em São Paulo, um carro-bomba explode no QG do 2º Exército e mata um soldado

17 de julho de 1968 - O Conselho de Segurança Nacional proíbe as manifestações de rua

12 de outubro de 1968 - Terroristas matam o capitão do Exército norte-americano Charles Chandler em São Paulo. No mesmo dia, 1.240 estudantes são presos no 30º Congresso da UNE (União Nacional dos Estudantes), em Ibiúna (SP)

13 de dezembro de 1968 - O Conselho de Segurança Nacional anuncia em rádio e TV o Ato Institucional n º 5, que suspendeu os direitos políticos e garantias institucionais --incluindo a do habeas corpus--, a possibilidade de intervenção do poder federal em Estados e municípios e o fechamento do Legislativo

04 de setembro de 1969 - Seqüestro do embaixador dos EUA no Brasil

30 de outubro de 1969 - A Junta Militar declara vago o cargo de presidente, em razão do adoecimento de Costa e Silva. Toma posse o general Emílio Garrastazu Médici

4 de novembro de 1969 - Morre em emboscada o líder da ALN e ex-deputado Carlos Marighella.

17 de setembro de 1971 - O guerrilheiro Carlos Lamarca é morto em Pintada, na Bahia

5 de janeiro de 1973 - Órgãos de segurança publicam nota oficial revelando operação para desbaratar o PC do B. Dois dias depois, é divulgado o desmantelamento da organização Vanguarda Popular Revolucionária.

14 de janeiro de 1974 - O general Ernesto Geisel é eleito pelo colégio eleitora

15 de novembro de 1974 - MDB vence as eleições para vereadores, deputados e senadores.

31 de outubro de 1975 - O diretor de telejornalismo da TV Cultura, Wladimir Herzog, morre enforcado nas dependências do DOI-CODI, onde prestava depoimento

14 de abril de 1977 - Após fechar a Câmara e o Senado, Geisel baixa o pacote de abril, criando cargos de senadores biônicos

13 de outubro de 1978 - É revogado o AI-5

15 de outubro de 1978 - O general João Batista Figueiredo é escolhido presidente

13 de março de 1979 - 180 mil operários fazem greve em São Bernardo do Campo

22 de agosto de 1979 - A lei da Anistia é aprovada no Congresso

28 de agosto de 1979 - A lei da Anistia é sancionada pelo presidente da República

1º de maio de 1980 - Explodem duas bombas no Riocentro, em show do dia do Trabalho

13 de novembro de 1980 - Congresso restabelece eleições diretas para governadores

Comentários dos leitores
Costa Costa (2) 16/12/2009 21h02
Costa Costa (2) 16/12/2009 21h02
Sem comentario! sem opinião
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ulisses ribeiro truzzi (51) 09/12/2009 06h11
ulisses ribeiro truzzi (51) 09/12/2009 06h11
enquanto se rouba no presente tenta-se ocultar isto revirando o passado,a quem pensam que enganam?vamos começar investigando os crimes atuais. sem opinião
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JORGE RORIZ (1) 07/12/2009 06h01
JORGE RORIZ (1) 07/12/2009 06h01
Eles estão no poder e querem se vingar do passado. Os crimes cometidos por eles no passado e no presente ( roubos, assaltos, assassinatos e corrupção) são acobertados. Assim ficam impunes e pune seus inimigos. A lei deveria ter o mesmo "peso" para ambos os lados. Como não tem, estamos caminhando para a ditadura do comunismo lulista. De forma legal estão protegidos pela ignorância e inércia do povo, além do sucateamento das Forças Armadas. Somente o ódio e a vingança poderia justificar o desejo de punir algo ocorrido há 39 anos atrás, quando a anistia foi ampla, geral e irrestrita, inclusive para os atos criminosos praticados por eles. Dois pesos e duas medidas. Este é o senso de justiça dos comunistas. 3 opiniões
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