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Brasil
17/12/2008 - 13h43

Presidente do DEM chama Chinaglia de corporativista por esperar STF para trocar infiel

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RENATA GIRALDI
da Folha Online, em Brasília

O presidente nacional do DEM, deputado Rodrigo Maia (RJ), criticou duramente a decisão do presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia (PT-SP), de aguardar o julgamento do último recurso para definir o futuro político do deputado Walter Brito Neto (PRB-PB). Para Maia, Chinaglia foi corporativista e decidiu de forma pessoal ao não substituir de forma imediata Brito Neto --depois que o STF (Supremo Tribunal Federal) rejeitou o recurso para que o deputado mantivesse a cadeira na Câmara.

"O presidente Arlindo tomou uma decisão que foi pessoal e corporativista e não institucional", disse Maia, para quem Brito Neto é chamado de "infiel" por ter trocado o DEM pelo PRB fora dos prazos permitidos pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

Nesta quarta-feira, Chinaglia reiterou que irá cumprir a decisão da Suprema Corte, assim que for julgado o último recurso referente ao caso de Brito Neto. Neste recurso, o PRB pede que o STF autorize a manutenção do cargo do deputado e sua continuação na Câmara.

Segundo Chinaglia, é necessário conceder o direito de defesa ao deputado, por isso ele irá aguardar o julgamento do último recurso sobre o caso de Brito Neto. A situação do deputado é considerada emblemática porque pode servir de referência para outros casos semelhantes.

Porém, para Maia, o recurso do PRB é avaliado como "último suspiro". Segundo ele, já está definido que Brito Neto será substituído pelo suplente Major Fábio (DEM-PB).

Pela resolução do TSE, deputados federais e estaduais, além de vereadores que mudaram de partido depois de 27 de março de 2007, e senadores, após 16 de outubro do mesmo ano, sejam obrigados a devolver os mandatos para os partidos que os elegeram.

Comentários dos leitores
Valter Souza (74) 25/11/2009 14h16
Valter Souza (74) 25/11/2009 14h16
O povo de São Paulo vota em pessimos politicos devido a má educação das escolas públicas e vou dizer também privadas deste estado!!! sem opinião
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Quando só existia Arena e MDB, poderíamos atribuir a legenda os votos dos candidatos ou seja, ou situação ou oposição, para depois sim, vir o nome da pessoa escolhida dentro de cada situação. Mais nos dias de hoje em que, existem um número imensurável de siglas partidárias, regimentos internos e ideologias, que ninguém sabe decifrar ou conhecer, as siglas ficam em segundo plano ou seja, o candidato é que faz a sigla e não o inverso. Podemos citar o caso de nosso Presidente, o que é famoso o Presidente Lula ou a sigla PT?. Devlver os cargos é sinal de clareza e onhecimento em discernir sigla de candidato. O MP precisa interpretar melhor esta diferená nos dias de hoje. sem opinião
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Bruno Cappellano (5) 30/10/2009 21h18
Bruno Cappellano (5) 30/10/2009 21h18
Pode até ser que a medida de Chalita seja incontistucional. Por outro lado, tem plena razão sobre o que diz da política educacional do Serra: a qual defende a formação básica paulista enfraquecida desvalorizando a profissão do professor, para que políticos, como ele e outros, façam o que bem entendam diante de uma população ignorante. 3 opiniões
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