Justiça mantém prisão de réu do mensalão pego com euro na cueca
colaboração para a Folha Online
O juiz federal João Miguel Coelho dos Anjos, da 5ª Vara Federal de Guarulhos (Grande São Paulo), decidiu manter preso provisoriamente o empresário Enivaldo Quadrado, preso em flagrante na madrugada do dia 6 deste mês com mais de 361 mil euros não declarados. A prisão aconteceu quando o empresário chegava ao Brasil pelo aeroporto de Cumbica.
Segundo a PF, os maços de dinheiro estavam nas meias, na cintura, dentro da cueca e também numa pasta de mão do empresário, que é um dos 40 réus do mensalão --escândalo de compra de votos no Congresso que veio à tona em 2005-- sob acusação de formação de quadrilha e lavagem de dinheiro.
No pedido de liberdade provisória, o empresário alega ter bons antecedentes, que não oferece risco à ordem pública, à instrução criminal e à aplicação da lei penal. Sobre o fato de figurar como réu na ação do STF (Supremo Tribunal Federal) sobre o mensalão, o empresário invoca o princípio da presunção de inocência, pois ainda não foi sentenciado.
Porém, o juiz entendeu que os argumentos não são suficientes para conceder a liberdade provisória. Em sua decisão, afirma que há indícios suficientes do fato criminoso e da autoria do crime pelo qual o empresário foi preso.
A decisão da Justiça segue manifestação do Ministério Público Federal, que também se colocou contra a liberdade provisória a Quadrado.
"Através dos fatos ora apurados, verifica-se que o agente não deixou de praticar crimes; pelo contrário, fez do crime um meio de vida, sendo a prisão necessária para manter a ordem pública e para evitar que Quadrado pratique novos crimes", disse o procurador da República Steven Shuniti Zwicker, autor da manifestação da Procuradoria.
O procurador afirma que o modo de agir de Quadrado mostra total desconsideração pelas autoridades brasileiras.
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Vera Lucia afirma detalhes da operação de entrada e saida de recursos de campanha nas eleições de 94 e 98, com recebimento de doações de empresários e inclusive com doações como empréstimo, certamente como aquele que o Genuino assinou.
Realmente o esquema é exatamente o mesmo do valerioduto do PT e que agora Azeredo diz que nunca se reuniu com Vera, o que soa como rotina, negar encontros ou reuniões, como recentemente Dilma mencionou a respeito de Lina.
Não restam nenhumas dúvidas de que podemos analizar de que para um político não ser punido, basta negar os motivos pelos quais está sendo acusado, que já motivo suficiente para não ser punido, pelo mesnos é o que se deixa parecer.
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O resto é conversa fiada.
Esse cara não é confiável.
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DILMA2010!!!!!!!!!!
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