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Brasil
31/12/2008 - 08h29

Universidade gaúcha fez apelo pela devolução de sino de bronze

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GRACILIANO ROCHA
da Agência Folha, em Porto Alegre

O furto do sino de bronze da UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul) pelos formandos da turma de 1968 é tão folclórico quanto polêmico na faculdade de direito da instituição, que se orgulha de ter formado dois futuros presidentes do Brasil, Getúlio Vargas (turma 1907) e João Goulart (turma 1939).

Perto de comemorar cem anos de fundação, o então diretor Eduardo Carrion dirigiu apelos à Ordem do Sino para a devolução do objeto.

Arquivo Pessoal
Sino de bronze furtado por formandos da turma de 1968 de universidade gaúcha
Sino de bronze furtado por formandos da turma de 1968 de universidade gaúcha

"Acreditamos, com alguma dose de otimismo justificado, que o infeliz sino seqüestrado em 1968 volte agora, como um maravilhoso presente de aniversário, às mãos da bendita e centenária faculdade", expressou a direção em 1999, segundo o livro "História da Faculdade de Direito de Porto Alegre/ 1900-2000", de Rodrigues Till.

O apelo foi em vão. Sem convencer a confraria a devolver o sino furtado, a direção acabou reformando um sino anterior, que havia sido aposentado com uma rachadura no início dos anos 60. O sino ressuscitado é maior e mais pesado do que o furtado: tem 46 cm de altura e pesa 45 quilos.

O sino atual, que só é ouvido em ocasiões comemorativas, está preso em um suporte de madeira e de metal na estrutura do próprio prédio --medida cautelar da faculdade para dissuadir alunos de seguir o exemplo da turma de 68.

"Ninguém sabe direito porque roubaram o sino. Pode ter tido sua relevância na época, mas não é uma conduta correta para o operador do direito. Isso não é o que a sociedade espera de pessoas com grande responsabilidade. Deveriam devolvê-lo", opina Rafael Lemes, 21, estudante do 3º ano de direito e integrante do DCE (Diretório Central de Estudantes) da UFRGS.

Comentários dos leitores
Pasqual Evangelista (5) 26/11/2009 18h23
Pasqual Evangelista (5) 26/11/2009 18h23
Tem pessoas que não sabem distinguir entre STF e TSE.
O ministro Joaquim Barbosa renunciou ao TSE e não ao Supremo Tribunal Federal.
E ainda falam muitas bobagens. A justiça não de ser feita pela força da opinião publica e sim pelos ditames da Constituição Federal. Nos meus 64 anos não existe maior maria-vai-com-as-outras do que pseudos intelectuais que parecem não ter poder de raciocinio próprio.
sem opinião
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Edelweiss Lyrio (2) 26/11/2009 16h46
Edelweiss Lyrio (2) 26/11/2009 16h46
A degradação moral de nossas intituições políticas foram ao fundo poço com a ascenção dos novos "chefes da câmara e senado,com o beneplácito do chefe dos chefes. sem opinião
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Almir Ferreira (2) 19/11/2009 14h19
Almir Ferreira (2) 19/11/2009 14h19
Não gostei da notícia de que o ministro vai renunciar. O Ministro Joaquim Barbosa passa muita confiança em quem o vê trabalhar. É homem sério, competente e muito digno do cargo que ocupa. O Brasil perde com isto. 2 opiniões
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