Brasil
01/01/2009 - 22h18

Primeiro prefeito reeleito para mandato consecutivo, Fogaça toma posse em Porto Alegre

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GRACILIANO ROCHA
da Agência Folha, em Porto Alegre

Primeiro prefeito a ser reeleito para um mandato consecutivo em Porto Alegre, o peemedebista José Fogaça (PMDB) disse nesta quinta-feira que pretende cobrar investimentos do governo federal para modernizar a infraestrutura da capital gaúcha para receber jogos da Copa do Mundo de 2014.

Embora o mundial de futebol só seja disputado 18 meses depois do fim das gestões dos prefeitos empossados hoje, os próximos quatro anos serão decisivos para realizar as obras em estádios e em áreas como transporte e mobilidade urbana nas cidades que serão sedes das partidas.

Os dois principais clubes da cidade, Grêmio e Internacional, trabalham na captação de recursos privados para erguer novos estádios.

Antes de ser empossado hoje, Fogaça disse que a Copa trará um "legado generoso" para infraestrutura da cidade e cobrou o Planalto.

"A grande vantagem é que os estádios terão recursos privados e isso aumenta o grau de dívida e compromisso do governo federal com Porto Alegre. Aqui o governo federal não terá gastos com sedes esportivas e estes recursos podem ser canalizados para outras obras", disse.

A importância conferida pelo prefeito ao tema pode ser medida pela criação de uma secretaria extraordinária para articular recursos. O vice-prefeito José Fortunati (PDT) foi empossado ontem no comando da secretaria da Copa.

Bloqueio e política

A possibilidade de queda da arrecadação por causa da crise internacional fez Fogaça anunciar um contingenciamento de 20% dos gastos de custeio este ano. Educação, saúde, assistência social e a contrapartida para obras com financiamento externo ficarão fora dos cortes.

Fogaça se tornou a mais emergente figura pública do PMDB gaúcho depois de quebrar, em 2004, uma hegemonia de 16 anos do PT na Prefeitura de Porto Alegre e de bater novamente os petistas na disputa pela reeleição em 2008.

Ele nega que o capital político seja usado para disputar o governo do Rio Grande do Sul em 2010. Ontem, ele voltou a dizer que apoia o ex-governador peemedebista Germano Rigotto (2003-2006) para o governo no ano que vem.

Comentários dos leitores
Luís da Velosa (1323) 29/10/2009 21h00
Luís da Velosa (1323) 29/10/2009 21h00
Vamos aguardar o julgamento do caso Battisti pelo Supremo Tribunal Federal - STF. Isso é o correto. Não somos juízes e, se nos arvorarmos a sermos, será uma impropriedade, uma temeridade. sem opinião
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Washington Marques (87) 29/10/2009 13h53
Washington Marques (87) 29/10/2009 13h53
NÃO SE PODIA ESPERAR OUTRA COISA DO SENADO FEDERAL SE NÃO A DESOBEDIENCIA JUDICIAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE FAZ APOLOGIA A DESOBEDIENCIA JUDICIAL E A DESORDEM TOTAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE TEM A FINALIDADE DE LEGISLAR E FISCALIZAR, PRATICA NEPOTISMO EXPLICITO, DESCARADO A PONTO DE DESOBEDECER UMA ORDEM JUDICIAL (DA SUPREMA CORTE DESTE PAÍS).
SRES. SENADORES A PERGUNTA É: O QUE VOCES ESTÃO FAZENDO COM A CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA ? E ONDE VOCES QUEREM CHEGAR COM TANTOS ABSURDOS ??
sem opinião
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Fatima Medeiros (15) 26/10/2009 20h57
Fatima Medeiros (15) 26/10/2009 20h57
QUE MARAVILHA NÃO VAI SOBRAR NINGUEM!!!! sem opinião
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