Brasil
05/01/2009 - 16h43

Dirceu critica discurso de prefeitos sobre corte de gastos e redução de investimentos

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da Folha Online

O ex-ministro José Dirceu (Casa Civil) criticou os discursos de prefeitos que tomaram posse na semana passada e que anunciaram corte de gastos e redução de investimentos por causa da crise financeira.

Eu seu blog, o ex-ministro ressaltou que os prefeitos assumiram com um discurso errado, pois não apresentaram medidas para garantir o crescimento e o emprego, como fez o governo federal.

Segundo Dirceu, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva acertou ao adotar medidas que não só garantem o crédito, mas favorecem o cidadão e evitem a queda no consumo.

"Na crise não se pode tomar só medidas corretamente benéficas à produção e ao crédito, geralmente abrindo mão de receitas orçamentárias via redução dos impostos. Como tem acertadamente alertado o presidente Lula --e adotado medidas correspondentes-- é preciso apoiar diretamente o cidadão, sua família e os empreendedores autônomos, micro e pequenos empresários, evitando a quebra de cadeias produtivas e do consumo familiar", afirmou o ex-ministro em seu blog.

Na avaliação de Dirceu, é preciso que o governo federal transforme o "discurso em prática" e, se preciso for, mudar "até os responsáveis pelas áreas".

"É atuar exatamente na contramão dos discursos de posse dos prefeitos que, ao contrário do governo federal, só falam em cortar gastos e reduzir investimentos, sem apresentar medidas para sustentar o emprego e o crescimento", afirmou o ministro no blog.

Entre os prefeitos que anunciaram medidas anti-crise estão Luiz Marinho (PT), de São Bernardo, que anunciou contingenciamento de 10% do Orçamento, e Eduardo Paes (PMDB), que cortou 30% nos valores pagos aos cargos comissionados e especiais e 20% nas despesas de custeio e o contingenciamento da quantia destinada aos contratos assinados pela prefeitura com empreiteiras e fornecedores.

No post, Dirceu diz que o governo federal "não pode vacilar" em enviar para o Congresso Nacional uma "medida legal" para viabilizar os investimentos e as obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento).

Comentários dos leitores
Luís da Velosa (1323) 29/10/2009 21h00
Luís da Velosa (1323) 29/10/2009 21h00
Vamos aguardar o julgamento do caso Battisti pelo Supremo Tribunal Federal - STF. Isso é o correto. Não somos juízes e, se nos arvorarmos a sermos, será uma impropriedade, uma temeridade. sem opinião
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Washington Marques (87) 29/10/2009 13h53
Washington Marques (87) 29/10/2009 13h53
NÃO SE PODIA ESPERAR OUTRA COISA DO SENADO FEDERAL SE NÃO A DESOBEDIENCIA JUDICIAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE FAZ APOLOGIA A DESOBEDIENCIA JUDICIAL E A DESORDEM TOTAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE TEM A FINALIDADE DE LEGISLAR E FISCALIZAR, PRATICA NEPOTISMO EXPLICITO, DESCARADO A PONTO DE DESOBEDECER UMA ORDEM JUDICIAL (DA SUPREMA CORTE DESTE PAÍS).
SRES. SENADORES A PERGUNTA É: O QUE VOCES ESTÃO FAZENDO COM A CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA ? E ONDE VOCES QUEREM CHEGAR COM TANTOS ABSURDOS ??
sem opinião
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Fatima Medeiros (15) 26/10/2009 20h57
Fatima Medeiros (15) 26/10/2009 20h57
QUE MARAVILHA NÃO VAI SOBRAR NINGUEM!!!! sem opinião
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