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Brasil
07/01/2009 - 10h38

Supremo pede informações à Câmara sobre caso Fleury

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da Folha Online

O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), ministro Gilmar Mendes, solicitou informações à Presidência da Câmara sobre o caso em que o ex-governador de São Paulo Luiz Antonio Fleury Filho pede para ser declarado primeiro suplente do PTB a deputado federal.

Fleury contesta ato da presidência da Casa que deu posse a Benedito Roberto Alves Ferreira, o Roberto de Jesus.

O ex-governador alega que Roberto de Jesus renunciou à condição de primeiro suplente do PTB ao deixar o partido para se filiar ao PRB.

No entanto, com a eleição do deputado federal Frank Aguiar (PTB) como vice-prefeito de São Bernardo do Campo (SP), Roberto de Jesus voltou a se filiar ao PTB para assumir o cargo como primeiro suplente.

Comentários dos leitores
Valter Souza (74) 25/11/2009 14h16
Valter Souza (74) 25/11/2009 14h16
O povo de São Paulo vota em pessimos politicos devido a má educação das escolas públicas e vou dizer também privadas deste estado!!! sem opinião
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Quando só existia Arena e MDB, poderíamos atribuir a legenda os votos dos candidatos ou seja, ou situação ou oposição, para depois sim, vir o nome da pessoa escolhida dentro de cada situação. Mais nos dias de hoje em que, existem um número imensurável de siglas partidárias, regimentos internos e ideologias, que ninguém sabe decifrar ou conhecer, as siglas ficam em segundo plano ou seja, o candidato é que faz a sigla e não o inverso. Podemos citar o caso de nosso Presidente, o que é famoso o Presidente Lula ou a sigla PT?. Devlver os cargos é sinal de clareza e onhecimento em discernir sigla de candidato. O MP precisa interpretar melhor esta diferená nos dias de hoje. sem opinião
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Bruno Cappellano (5) 30/10/2009 21h18
Bruno Cappellano (5) 30/10/2009 21h18
Pode até ser que a medida de Chalita seja incontistucional. Por outro lado, tem plena razão sobre o que diz da política educacional do Serra: a qual defende a formação básica paulista enfraquecida desvalorizando a profissão do professor, para que políticos, como ele e outros, façam o que bem entendam diante de uma população ignorante. 3 opiniões
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