CNJ decide que servidores do Judiciário poderão ganhar acima do teto
da Folha Online
O CNJ (Conselho Nacional de Justiça) decidiu que os funcionários públicos do Judiciário poderão ganhar mais do que o limite do teto remuneratório, fixado em R$ 24,5 mil.
O benefício será concedido a servidores que acumulam mais de um emprego público. A decisão do CNJ se deve à análise do pedido do Sindjus-DF (Sindicato dos Trabalhadores do Poder Judiciário e Ministério Público da União).
Segundo o conselho, o texto da resolução nº 14/2006, que regula a incidência do teto remuneratório nos casos de acumulação de cargos, vai esclarecer que não estão sujeitas ao teto as verbas recebidas pelos servidores do Poder Judiciário resultantes da acumulação de cargos.
O sindicato pediu que os servidores do Judiciário não se sujeitassem ao teto remuneratório, quando acumulassem cargos públicos permitidos pela Constituição Federal.
Para o Sindjus-DF, se a acumulação se submetesse ao teto afrontaria os direitos e garantias individuais.
Atualmente, o teto não incide nos subsídios dos magistrados que exercem cumulativamente o magistério ou recebem gratificação pelo exercício de função eleitoral. O sindicato afirmou que não oferecer o mesmo tratamento aos servidores do Judiciário ofenderia o princípio da isonomia.
A decisão do CNJ foi publicada na última sexta-feira no "Diário da Justiça".
Leia mais sobre o CNJ
- Painel da Folha: CNJ veta juízes na direção de cooperativas de crédito para magistrados
- Senado aprova PEC que determina que presidente do STF será membro do CNJ
- Corregedor do CNJ dispensa sindicância no caso dos magistrados do TJ-ES
- CNJ abre processo disciplinar contra magistrados do TJ-ES suspeitos de irregularidades
Outras notícias de política
- Supremo pede informações à Câmara sobre caso Fleury
- Painel da Folha: Presidência lança licitação para comprar alimentos a peixes e aves
- Autor do requerimento de impeachment de Vargas se despede da Câmara do Rio
Especial
- Veja o que existe em nossos arquivos sobre o CNJ
- Navegue no melhor roteiro de cultura e diversão da internet
Livraria


O ministro Joaquim Barbosa renunciou ao TSE e não ao Supremo Tribunal Federal.
E ainda falam muitas bobagens. A justiça não de ser feita pela força da opinião publica e sim pelos ditames da Constituição Federal. Nos meus 64 anos não existe maior maria-vai-com-as-outras do que pseudos intelectuais que parecem não ter poder de raciocinio próprio.
avalie fechar
avalie fechar
avalie fechar