Brasil
12/01/2009 - 15h39

Dilma aparece em público pela 1ª vez após cirurgia plástica

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THIAGO FARIA
colaboração para a Folha Online

De olho na disputa presidencial de 2010, a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil), 61, apresenta, a cada evento que comparece, uma novidade em seu visual. Ao acompanhar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva em evento nesta segunda-feira em São Paulo, foi o cabelo da ministra que chamou atenção.

Dilma abandonou o estilo "armado" que costumava usar e adotou um cabelo repicado na frente. O penteado ainda apresentava uma mecha caindo sobre a testa, dando um ar "jovem" à ministra.

Jorge Araújo/Folha Imagem
De olho em sua candidatura à Presidência em 2010, ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) muda o cabelo e adota penteado jovem
De olho em sua candidatura à Presidência em 2010, ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) muda o cabelo e adota penteado jovem

Bastante maquiada, sem seus antes habituais óculos --a ministra passou a usar lentes de contato-- e com um terninho preto com uma listra branca, Dilma acompanhou Lula em visita a estandes de calçados da Couromoda 2009.

Durante a abertura do evento, a ministra também acompanhou um desfile de moda com as novidades do setor calçadista. Dilma demonstrou grande interesse nos sapatos e, a cada modelo que passava em sua frente, cochichava com a governadora gaúcha, Yeda Crusius (PSDB), que sentou-se ao seu lado durante o desfile.

Este também foi o primeiro evento oficial de Dilma após passar por uma bioplastia de rejuvenescimento do rosto em Porto Alegre no fim do ano passado, conforme informou reportagem da Folha.

Dilma é um dos principais nomes do PT para disputar a eleição presidencial de 2010 e tem a preferência do presidente Lula.

Comentários dos leitores
Monica Rego (338) 12/11/2009 00h37
Monica Rego (338) 12/11/2009 00h37
Importante lembrar do apagão da prova do serasp que deve lesar bolso do contribuinte em sampa!!!
Uma pergunta quando que a mídia conservadora iria dar uma noticia desta???? NUNCA!!!
Será que é vero?!
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Alcides Emanuelli (1900) 12/11/2009 00h21
Alcides Emanuelli (1900) 12/11/2009 00h21
Um dia sem luz, nos anos sessenta, passavamos um monte de dias e muitas cidades no Brasil inteiro não tinham luz eletricas, e no Brasil não tinha violência e o povo era feliz.
Agora um dia sem luz e todos são tomados por uma exquizofrenia louca sobre a luz, uns dizem que a industria teve prejuizos de milhões, outros que foi o comercio, estudante reclamam que não vão poder ver as coxas da menina que quer mostrar suas coxas, bem tudo é motivo para o povo viver de guerras e intrigas e brigas.
Ninugem se preocupa com a corrupção no Senado, ninguem sai as Ruas para protestar contra os mensalões, os tais de caras pintadas já lavaram suas caras e em vez de cores ficou o vermelho da falta de vergonha na cara.
Esse é o Neo Brasil do PT do Lula e da Dilma, eles tentam explicar porque faltou luz, enquanto isso no Rio de Janeiro dezenas de pessoas estão sendo assassinados por bandidos.
As 1.000.000 milhão de casas deles ainda não começarão a construir e já se passa quase um ano.
O Senado a corrupção todos falaram e todos continuarão a falar que estavam fazendo e a imprensa divulga, mas era uma mentira nem o diretor que comandou tudo ou o que vai levar a culpa de tudo foi punido ainda e todos os diretores estão em seus cargos os fantasmas continuam fantasmas, e nas escolas mais meninas mostram as coxas.
Esse é o Brasil que não tem mais caras pintadas tem coxas lindas para mostrarem para o povo!
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M Mig (2067) 12/11/2009 00h07
M Mig (2067) 12/11/2009 00h07
Depois do "lula lá" de Collor, descobri que a afinidade entre eles é tão grande que a música do Lobão feita originalmente para Collor cabe como uma luva em lula.
"Ele é esperto e persistente
Acha que nasceu pra ser respeitado
Ele é incerto e reticente
Acha que nasceu pra ser venerado
O palácio é o refúgio mais que perfeito
Para os seus desejos mais que secretos
Lá ele se imagina o eleito
Sem nenhuma eleição por perto
Ele é o esperto, ele é o perfeito
Ele é o que dá certo, ele se acha o eleito
Seus ternos são bem cortados
Seus versos são mal escritos
Seus gestos são mal estudados
A sua pose é militarista
Ele se acha o intocável
Senhor de todas as cadeiras
Derruba tudo pra ficar estável
Ele não está aí para brincadeira
E o tempo passa quase parado
E eu aqui sem a menor paciência
Contando as horas como se fossem trocados
Como se fossem contas de uma penitência
E tudo parece estar errado
Mas nesse caso o erro deu certo
Foi o que ele disse a o pé do rádio
Com a honestidade pelo avesso"
sem opinião
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