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Brasil
19/02/2009 - 15h58

Dirceu diz que críticas da oposição a encontro de prefeitos são "puro desespero"

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da Folha Online

Em post no seu blog nesta quinta-feira, o ex-ministro José Dirceu (Casa Civil) afirma que as críticas da oposição ao encontro de prefeitos, em Brasília, é "puro desespero".

"As críticas da oposição e de parte da mídia ao encontro dos prefeitos e prefeitas em Brasília são uma tentativa canhestra de impedir que o governo governe. É puro desespero por causa das pesquisas de opinião pública que atestam que 84% da população aprovam o presidente Lula e seu governo, e o crescimento da postulação presidencial para 2010 da ministra-chefe da Casa Civil da Presidência da República, Dilma Rousseff, que oficialmente ainda não é nem pré-candidata", diz Dirceu.

O DEM ingressou hoje com requerimentos de informação na Câmara para que o governo federal detalhe os gastos realizados no encontro, realizado na semana passada. Como o Palácio do Planalto divulgou dados divergentes sobre os gastos, a oposição cobra explicações dos ministérios envolvidos na organização do evento.

Os requerimentos de informações serão encaminhados aos Ministérios da Fazenda, Cidades, Minas e Energia, e Desenvolvimento. O ministro José Múcio Monteiro (Relações Institucionais) reconheceu ontem que as despesas com a organização foram da ordem de R$ 1,8 milhão, valor maior que os R$ 253 mil divulgados anteriormente pelo Executivo.

Segundo Dirceu, esse evento acontece todos os anos em Brasília. "A diferença, agora, é que no governo Lula os prefeitos e prefeitas foram atendidos praticamente em todas as suas demandas, o presidente e ministros vieram à reunião deles, enquanto que quando eles faziam essas marchas ou encontros nos oito anos do tucanato do presidente Fernando Henrique Cardoso, eram recebidos por cachorros e pela repressão."

O ex-ministro diz ainda que o governador de São Paulo, José Serra (PSDB), "o presidenciável preferido da mídia", reuniu ontem no Palácio dos Bandeirantes prefeitos, secretários de saúde e representantes dos 643 municípios do Estado. "Exceto na parte em que ele fez críticas ao governo Lula e ao PT, isso é campanha eleitoral?", questionou.

"São formas democráticas e participativas de governar. Não tem nada de campanha eleitoral e os gastos na ajuda que o governo federal deu à organização do encontro de prefeitos e prefeitas em Brasília são mais do que justificados, desde que, e até porque são legais, corretos e razoáveis. O resto é desespero da oposição."

Comentários dos leitores
cacilda galiotto (114) 28/11/2009 17h26
cacilda galiotto (114) 28/11/2009 17h26
Gente, eu não li direito ou o Serra falou mesmo que é "só" a ministra que está fazendo campanha antecipada, mas então o que ele foi fazer no Ceará? E o que ele vai fazer toda semana no nordeste inteiro no sul etc, pelo visto ele só não vai a S. Paulo, mas não é esse estado que ele governa? Serra, Serra faça sua campanha, mas não fique achando que o povo é otário, pq não é, viiice! sem opinião
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A sofismática candidatura do Governador Roberto Requião é mais uma manobra do incompetente, submisso e amorfo PMDB para aumentar o poder de barganha dos seus caciques junto ao governo federal. sem opinião
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Heber Zenun (5) 28/11/2009 12h40
Heber Zenun (5) 28/11/2009 12h40
É histórica a condição limitada do ser humano e suas tentativas de tornar a existência mais digna. Ainda que surjam elementos com grande altruísmo e lutem com heroísmo neste campo da estranhamente cognominada ´política´ pois a noção de 'polis' e do significado de seus representantes estão demasiado distantes, e o que resulta é uma massa manobrada segundo interesses dos mais explícitamente ocultos e dúbios, onde os excrementos resultantes nem todo o papel higiênico existentes em todos os pacotes de 16 rolos são suficientes para limpar. Mas em meio a esta vida 'privada' vamos levando no abuso deste segmento que detém o poder da 'polis', 'legitimado' por 'votos democráticos' dos que estão ensacados dentro das 'bolsas família'. Enfim, uma geração que não tem voz mas que 'clama no deserto' ainda que ínfima se faz ouvir e como sal dá o sabor do que se pode pensar a respeito de uma nação, e na característica do sal sabe que é natural não necessitar da mesma quantidade e nem mesmo de 50% mais 1 para que sua influência tenha a relevância e alcance os benefícios de que uma sociedade necessita. E enquanto isso ainda que insuficiente, necessitamos mesmo que surjam pessoas para fazerem um mais competente 'papel higiênico' nestes dias, logo a mídia do homem mais 'elevado' e um 'ícone' desta nação ainda que caricaturizado tem sua relevância. 1 opinião
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