Serra lança pacote de recolocação de demitidos da Embraer; sindicalista diz que é "paliativo"
colaboração para a Folha Online
Adversários no campo político, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o governador de São Paulo, José Serra (PSDB), colocaram a demissão de mais de 4.000 empregados da Embraer como tema de discussão de suas agendas.
Serra anunciou hoje um pacote de medidas para facilitar a recolocação dos demitidos no mercado. Entre as medidas anunciadas estão a criação de cursos de qualificação profissional para os demitidos e inserção de seus dados no cadastro de vagas de trabalho do Estado.
As medidas foram negociadas numa reunião convocada às pressas por Serra e que reuniu uma tropa tucana no Palácio dos Bandeirantes --sede do governo paulista. Participaram do encontro os secretários Geraldo Alckmin (Desenvolvimento), Guilherme Afif Domingos (Emprego e Relações do Trabalho), o prefeito de São José dos Campos, Eduardo Cury (PSDB), e os deputados Emanuel Fernandes (PSDB) e Hélio Nishimoto (PSDB).
O prefeito de São José dos Campos também anunciou que fará, amanhã, uma reunião com um grupo de trabalhadores demitidos da Embraer para anunciar medidas que incluem benefícios no IPTU devido.
Para o secretário-geral da Conlutas, Luiz Carlos Prates, as medidas são "paliativas" e não atacam as causas das demissões.
"São medidas absolutamente insuficientes, os funcionários não querem requalificação. O governo precisa pressionar essas empresas que recebem isenção de impostos para que não haja novas demissões. Eles têm que garantir a estabilidade dos empregos por meio de lei", afirmou o sindicalista, que cobra mais empenho de Lula e Serra no combate à crise.
Lula
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva se reuniu hoje com ministros da área social no Palácio do Planalto. Segundo interlocutores, Lula disse na reunião estar indignado com as demissões anunciadas pela Embraer nesta semana.
No final da reunião com ministros da área social, o presidente lembrou que a empresa teve uma capitalização por meio do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) --e por esse motivo deveria ter prevenido o governo sobre as demissões.
O desabafo do presidente ocorreu durante a reunião que fez com os ministros da área econômica. Foram cerca de cinco horas de conversa.
Lula não recebeu os sindicalistas que o aguardavam para conversar sobre as demissões na Embraer. O presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos (SP), Adilson dos Santos, e o secretário-geral da Conlutas foram a Brasília buscar uma solução para o impasse gerado pelas demissões. O encontro não estava previsto na agenda.
Prates disse que se reúne na semana que vem com Lula para discutir a revisão das demissões da Embraer. Ele também tenta agendar reunião com o governador paulista.
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JADER BARBALHO ACUSADO POR ,Enriquecimento ilícito - Seus bens e fortuna calculados em + R$ 30 milhões, os quais o Senador NUNCA deu explicações de como adquiriu.
Banpará -Desvio de R$ 10 bilhões . Foram rastreados dois depósitos na conta de Jader.
Sudam - desviados mais de R$ 100 milhões.
TDAs - Acusado de ter praticado uma operação fraudulenta usando títulos da dívida agrária na desapropriação de uma fazenda inexistente., que lhe rendeu US$ 1,3 milhão.
ROSEANA SARNEY - ACUSADA DE DESVIO DE DINHEIRO FINAN - ROSEANA, MURAD e JADER, teriam se juntado para desviar recursos públicos da Sudam. A Usimar criada com o objetivo de obter ilicitamente os recursos da Finam. Segundo informações do Ministério Público, o esboço do projeto foi orçado em R$ 1 bilhão e 800 milhões, e o projeto teria contado com o apoio de Roseana Sarney, à época governadora, e Jorge Murad. AS acusações feitas, que lhe custaram a candidatura à Presidência da República, quando a Polícia Federal apreendeu R$ 1,34 milhão na empresa Lunus.
ADIVINHEM quem arquivou o processo,...GILMAR MENDES arquivou em julho de 2003 o processo em que a hoje governadora Roseana Sarney era acusada dos crimes de formação de quadrilha, estelionato, falsidade ideológica e peculato.
E NADA MUDOU.................
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Já entendi o "panetone, por exemplo". Vi o WB citar no JN. ha ha ha
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