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Brasil
04/03/2009 - 16h16

Furnas desiste de mudar diretoria de fundo de pensão até outubro

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JULIANA ENNES
colaboração para a Folha Online, no Rio

A diretoria de Furnas comunicou oficialmente hoje a representantes de sindicatos que os diretores do fundo de pensão Real Grandeza (Sergio Wilson Fontes (presidente) e Ricardo Nogueira (financeiro) terminarão seus mandatos à frente da entidade. Seus mandatos terminam em outubro.

A tentativa de troca dos dois diretores foi sugerida pelo ministro Edison Lobão (Minas e Energia), filiado ao PMDB. A ideia foi rejeitada por trabalhadores ativos e aposentados de Furnas, que acusam o PMDB de ingerir politicamente no fundo.

Furnas informou que houve um acordo pacífico sobre a manutenção dos diretores no cargo até outubro.

Até lá, Furnas, que é a principal patrocinadora do fundo, e a Eletronuclear vão tentar entrar em acordo sobre os nomes a serem indicados para a votação pelo conselho deliberativo da companhia.

De acordo com o presidente do Sindicato dos Eletricitários de São Paulo, Carlos Alberto dos Reis, que esteve presente na reunião, a expectativa é chegar a um acordo sobre os nomes até outubro.

"Caso contrário, voltaremos a reagir da forma necessária para preservar o fundo das estatais", disse. Ele disse ser possível, inclusive, voltar a falar sobre a possibilidade de realização de uma greve.

O objetivo do acordo é não deixar que o poder de decisão fique com o presidente do Conselho Deliberativo, que tem o chamado voto de minerva. Ou seja, em caso de empate, ele é quem decide.

O conselho deliberativo é formado por três pessoas indicadas dos trabalhadores e aposentados das empresas, duas indicadas por Furnas e uma pela Eletronuclear. Em caso de empate, o presidente escolhe.

Comentários dos leitores
Alcides Emanuelli (1087) 30/04/2009 22h28
Alcides Emanuelli (1087) 30/04/2009 22h28
Eu gostaria de ver um Balanço anual da infraero, para ver os lucros que tem, devem ser maravilhosos para o governo manter uma administração Aéroviaria, para empresas privadas.
Se o Governo quer privatizar algo, privatiza a infraero, que não tem porque ser de responsabiliade do Estado brasileiro.
E o Ministério Publico para que serve, nunca vi eles fazerem uma auditoria na infraero.
Agora essa reestruturação é necessária, temos que ser administradores sérios e honestos alem de competentes e todas as instituições publicas tem excessos de funcionários e muito mais excessos ainda na cupula de sua direção e os objetivos são salarios para malandros.
Vamos acabar com essa farra tambem porque o dinheiro do povo brasileiro não é lixo e muito menos vento, para ser tratado sem responsabilidade.
sem opinião
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Saulo Mundim Lenza (403) 30/04/2009 21h28
Saulo Mundim Lenza (403) 30/04/2009 21h28
Infraero como toda e qualquer "empresa" estatal é apenas um cabide de emprego para abrigar os parasitas da nação, apaniguados do des-governo de palantão. sem opinião
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Carlos Franco Franco (424) 30/04/2009 15h27
Carlos Franco Franco (424) 30/04/2009 15h27
Esta se provando e provado que todos os cargos da Infraereo, são todos de afilhados politicos, cargos arranjados, para o PMDB, (partido das monobras desmolarizadora do Brasil) irmão de senador, que foi ministro e outros, não esta no cargo por competencia e sim por indicação politica, o famoso QI,como já comentei, os cargos, deste nivel, ou concursado, conhecimentos tecnicos, com avaliação, ou funcionários de carreira, sem indicação politica. é a festa do PT e PMDB, com distribuição de cargos.,e tudo se aprova,pessoas sem a minima qualificação, para exercer cargos, daqui alguns estará empregado em outra estatal ou ministerio, ou secretaria., ou diretoria do senado. 16 opiniões
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