Publicidade

Publicidade
Brasil
10/03/2009 - 09h17

Empresas dizem que ações do MST são contrárias à lei

Publicidade

da Agência Folha

A Usina da Barra, do grupo sucroalcooleiro Cosan, disse por meio de nota que suas terras são "produtivas e em atividade" e que todos seus funcionários são "contratados regularmente e considerados referência positiva pelo Ministério do Trabalho e Ministério Público do Trabalho".

A empresa afirmou que sua produção, de 30 mil toneladas de cana-de-açúcar por dia, não foi interrompida e que eventuais prejuízos causados serão avaliados depois.

Na nota, o grupo também argumenta que "já comunicou as autoridades competentes sobre a ocupação do MST".

A Votorantim Celulose e Papel divulgou comunicado no qual "lamenta e repudia" a invasão na fazenda Aroeira, em Candiota (RS), a 400 km de Porto Alegre. A empresa afirma que as manifestantes desrespeitaram decisão judicial que proibia a entrada na propriedade.

A Aracruz Celulose informou que a invasão ao Portocel, porto de exportações da empresa, em Barra do Riacho (ES), suspendeu a exportação de 3.500 toneladas de celulose. A empresa estima que tenha deixado de arrecadar US$ 1,7 milhão (cerca de R$ 4,3 milhões) com exportações ontem.

Para o diretor-superintendente do Portocel, Gilberto Marques, o "porto foi alvo de uma manifestação contra o agronegócio". Segundo a Aracruz, o porto é responsável por 70% da celulose produzida no Brasil, inclusive a de outras empresas.

Em nota, a Aracruz disse acreditar que "as acusações [da Via Campesina] estejam mais uma vez sendo utilizadas para encobrir e justificar atos ilegais e agressões, que buscam atingir não só a Aracruz, mas principalmente o agronegócio brasileiro como um todo e a economia do país".

O gerente jurídico da Usina Laginha, Átila Machado, afirmou que a fazenda invadida pelos movimentos é produtiva, que pertence ao grupo desde 1972, e que nunca havia sido alvo de invasões. Segundo ele, a questão trabalhista foi solucionada com a assinatura de um termo de ajustamento de conduta, que está sendo cumprido pela empresa.

O pedido de reintegração de posse seria entregue ontem à tarde à Justiça, disse o gerente.

Comentários dos leitores
José Alberto (248) 16/12/2009 19h13
José Alberto (248) 16/12/2009 19h13
Nós os paulistas e paulistanos não podemos deixar um movimento criminoso como o mst controlar nossas vidas e não deixamos mesmos, e mais queremos que todos os estados cooperem e não se deixem levar por promessas e não deem asilo a esses criminosos começando que são atos terroristas que os mesmo praticam... sem opinião
avalie fechar
José Alberto (248) 16/12/2009 19h03
José Alberto (248) 16/12/2009 19h03
Não foram os mesmos que atiraram em um helicoptero da reportagem e a falada não agressão cade mst criminoso...isso tudo foi filmado e não foi montagem não.... sem opinião
avalie fechar
José Alberto (248) 16/12/2009 18h53
José Alberto (248) 16/12/2009 18h53
O QUE A POLICIA USOU FOI POUCO,ora se a fazenda que de qq maneira é do estado de São Paulo, não é para ser invadida, e a policia ainda demorou muito para tocar os vandalos não deveria nem deixar entrar, e mais para vandalos não precisa de ordem judicial é chegar e tirar...... sem opinião
avalie fechar
Comente esta reportagem Veja todos os comentários (2041)
Termos e condições
 

FolhaShop

Digite produto
ou marca