Brasil
23/03/2009 - 11h28

Defesa de Marcos Valério nega negociar delação premiada

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colaboração para a Folha Online

A defesa do publicitário Marcos Valério de Souza nega a existência de qualquer negociação de acordo de delação premiada para seu cliente.

De acordo com reportagem da Folha desta segunda-feira, a conversa entre os advogados de Valério e o Ministério Publico seria no sentido de reduzir ou isentar o empresário de uma possível pena em troca de informações que podem levar a novas provas do esquema do mensalão.

"Não tenho nada a declarar sobre isso. Não há conversas", afirmou à Folha Online o advogado Marcelo Leonardo, que defende Valério. De acordo com a reportagem, os entendimentos são mantidos sob rigoroso sigilo.

A intenção da Procuradoria ao negociar a delação premiada com Valério seria de reunir provas substanciais, ampliando, inclusive, o rol de acusados. Outra hipótese seria recuperar recursos no exterior desviados pelo publicitário.

Como tramita ação penal contra 39 réus do caso, cabe ao relator Joaquim Barbosa decidir sobre a delação premiada, que terá ainda de ser aprovada pelos outros ministros do Supremo.

Valério é acusado de ser o operador de esquema de repasses de ao menos R$ 55 milhões a congressistas, entre 2003 e 2004. É acusado ainda de ter sido o mentor de prática semelhante em 1998, na campanha eleitoral que tentou reeleger o então governador de Minas Gerais, Eduardo Azeredo (PSDB).

Arte/Folha
Comentários dos leitores
moacildo costa (2) 02/11/2009 20h21
moacildo costa (2) 02/11/2009 20h21
n. se trata exatamente de comentário: é q. meu compt. está c/ probl. na bateria das hras. sem opinião
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Gilmar Mendes perdeu a compostura e deslustrou o poder judiciário brasileiro, baixando seu nível ao de discussão dependente de opiniões. Depois do juiz Lalau, é a segunda baixaria que deixa a sociedade órfã de um judiciário isento, objetivo, moderador dos conflitos políticos. Não de pode acreditar mais na justiça. A corrupção venceu o páreo, estamos em suas garras, e os pobres que rezem a Deus por um lugar no paraíso, seguindo a fórmula de Delfim Netto dos tempos da ditadura, avalizada pelo judiciário. Lula venceu, também. Pode começar com decretos ao estilo de Chávez, se conseguir a cumplicidade militar do venezuelano. Seu único perigo é o do ditador do norte da América do Sul: os militares acharem que para que serve o ditador, se eles podem governar diretamente? Os índios enganados com espelhinhos na descoberta conseguiram sua revanche. Perderam tudo, mas também não deixaram nada que prestasse, muito menos um país de respeito e protetor de sua população. Adeus, não esrevo nunca mais. 1 opinião
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J. R. (1121) 24/03/2009 12h43
J. R. (1121) 24/03/2009 12h43
correção ultima frase: ... pois com marginais NÃO se deve ter negociação. (Melhorem-se as investigações e os investigadores pagando-lhes o necessário.) 11 opiniões
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