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Brasil
22/04/2009 - 18h10

Sete deputados sem projeto estão na lista dos mais faltosos da Câmara, diz ONG

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da Folha Online

Atualizado às 18h25.

Estudo da ONG Transparência Brasil revela que 55 deputados não apresentaram nenhum projeto de sua autoria no mandato iniciado em 2007. Desses, sete estão na lista dos deputados que mais faltaram às sessões plenárias da Câmara.

De acordo com o levantamento, 46 deputados federais faltaram a pelo menos 25% das sessões plenárias da Câmara realizadas até 9 de abril.

O estudo--que cruzou a relação dos deputados faltosos com os improdutivos- constatou que sete estão nas duas listas. "Ou seja: além de não produzirem propostas, têm baixa assiduidade", diz o estudo.

Os sete deputados que estão na lista de faltosos e sem projeto são: Alberto Silva (PMDB-PI), Osvaldo Biolchi (PMDB-RS), Jader Barbalho (PMDB-PA), Milton Vieira (DEM-SP), José Mendonça Bezerra (DEM-PE) e Suely (PR-RJ).

Outro lado

A assessoria de Alberto Silva explicou que o deputado, de 90 anos, se recupera de uma cirurgia feita há um ano. Segundo a assessoria, ele deve voltar em duas semanas. O problema de saúde do parlamentar não foi revelado mas a justificativa para a ausência de projetos de lei.

Segundo a assessoria de Osvaldo Biolchi, que assumiu em fevereiro último, o deputado também tem problemas de saúde mas não existe ainda um diagnóstico. O estado de saúde do parlamentar, que será avaliado na próxima sexta-feira, foi o motivo apresentado por sua assessoria por não ter apresentado projetos.

A deputada Nice Lobão está de licença médica há dois meses, o que justifica a ausência na Câmara. Segundo sua assessoria, ela sofre de problemas na coluna e fez uma nova cirurgia em março deste ano. A assessoria disse que a deputada já apresentou 12 projetos de lei desde que assumiu seu primeiro mandato, em 1999.

A assessoria do deputado Milton Vieira disse que o deputado assumiu há pouco mais de um mês e ainda não deu tempo de apresentar nenhum projeto. Quanto as faltas, a assessoria explicou que o deputado apresentou justificativa em todas elas.

O deputado José Mendonça Bezerra estava no plenário e ainda não retornou o recado deixado pela reportagem para comentar o assunto. Os deputados Jader Barbalho e Suely não foram localizados.

Comentários dos leitores
juarez honorato Martins (51) 11/12/2009 09h07
juarez honorato Martins (51) 11/12/2009 09h07
Aí barata tonta(3477). Quem está te pagando para escrever tanta tolice? Provavelmente voce não tem o que fazer, para ficar no computador escrevendo essas besteiras. Lula tem 83 por cento de aprovação, e voce deve ser um dos miseros 14 por cento que o desaprovam. Deixe de ser preconceituoso e vá trabalhar. sem opinião
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flavio petry (4) 11/12/2009 01h22
flavio petry (4) 11/12/2009 01h22
É uma maravilha lermos uma notícia como essa...aprovado o aumento dos servidores, sem questionamentos nem nada.Que maravilha! Enquanto isso, os aposentados... mas não vamos estragar o quão maravilhoso está tudo, pois se até o presidente Lula vai tirar o povo da m... então não vamos falar no rombo da Previdencia nem no deficit da Presidencia.Ano que vem teremos eleições e até agora não consegui decidir entre os dois candidatos potenciais(Serra x Dilma) qual o menos sofrivel... sem opinião
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josé reis barata barata (3479) 10/12/2009 08h33
josé reis barata barata (3479) 10/12/2009 08h33
Imprensa livre.
Então pergunto: é possível falar em imprensa livre com o derrame de verbas públicas sobre os meios de comunicação realizado pela : Pe tro brás, Banco do Bra sil, Cx. Eco nô mica, congêneres e similares? É possível encontrar aqui e ali discussão ou repugno a este ou aquele caso em particular (filho do Sarney, por exemplo) mas, jamais, sobre a mais terrível mordaça: a moeda que corrompe não somente a liberdade física , alcançando a de expressão, de escrever; porém, atinge mentes e corações forjando uma Nação de mitos, hipocrisias e inverdades! De um Povo que, sequer, pensa além do nariz e concede 83% com um país destroçado pela miséria de vez que não concede um mínimo de segurança, saúde e educação única maneira de propiciar uma largada igual para as escassas oportunidades da maratona da vida em um sistema cujo fundamento é a propriedade e acumulação dela.
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