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Brasil
23/04/2009 - 12h29

Congresso se divide sobre bate-boca no STF; deputado sugere fim das sessões ao vivo

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MÁRCIO FALCÃO
da Folha Online, em Brasília

Um dia após o bate-boca entre os ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) Gilmar Mendes e Joaquim Barbosa, as avaliações sobre o episódio se dividem no Congresso. Alguns parlamentares reforçam as críticas do ministro Joaquim Barbosa ao presidente do STF, enquanto outros minimizam o constrangimento.

O vice-líder do PT na Câmara, deputado Antonio Carlos Biscaia (RJ), afirma que a crise institucional no STF é cada vez mais clara e tem sido motivada especialmente pela postura de Mendes, que, segundo ele, estaria "usurpando" suas atribuições.

Biscaia é membro do Ministério público há 30 anos e foi secretário nacional de Justiça. "Acho que a culpa da crise no Supremo é do Gilmar Mendes. Ele é quem expõe o Judiciário. Ele não é um bom presidente do STF. Isso é inquestionável. Ele está usurpando suas funções, se manifestando sobre tudo. Isso não é um procedimento correto do presidente do mais alto tribunal do nosso país", afirmou o petista.

Para o vice-líder do DEM na Câmara, José Carlos Aleluia (BA), a briga traz prejuízos para a imagem do Supremo, que poderiam ser menores, caso as sessões de julgamento do plenário não fossem transmitidas ao vivo. "O incidente não é bom para a instituição. Temos uma democracia jovem e ainda muito que aprender. Temos exemplos como a sociedade norte-americana e a alemã que não transmitem ao vivo as sessões de suas Corte máximas. Acho que às vezes as coisas precisam ser lidas e ouvidas na frieza dos fatos e não no calor da transmissão ao vivo", disse.

Questionado se haveria mudanças no sistema de transmissão ao vivo das sessões do STF, o presidente da Corte, ministro Gilmar Mendes reconheceu que há discussões sobre o tema, mas afirmou que não há chances de retorno a sessões fechadas. "Há discussão de alguns juízes sobre o tema, mas o modelo está estabelecido", disse Mendes.

Comentários dos leitores
Alcides Emanuelli (1971) 15/12/2009 23h07
Alcides Emanuelli (1971) 15/12/2009 23h07
Esse é o perfil de nossos homens publicos, são governadores e ministros se agredindo com palavras de baixo calão, com ofensas morais de ambas as partes.
No Parlamento eles se agredem sem saber o que estão fazendo, sai palavra e ofensas para todos os lados, é Sarney que briga pelo poder com seus adversários, é o color com a fisonomia transforma e transtornado agredindo violentamente e mandando o Pedro Simon digerir suas palavras, é sem limites mesmo os limetes da ética, mas eles estão ai mesmo, sempre reeleitos, sempre no Poder e do poder não fazendo nada para o povo e sim de acordo com seus interesses.
O que eles aprovam, mais 8000 mil vagas para 8000 mil malandros nas casas legislativas das cidades.
É a liberação da obstrução que a ficha suja poderia gerar na impossibilidades de se candidatarem, eles não aprovaram agora o cara pode ser ladrão devedor de todos os lados que pode ser candidato e o povo coitado sempre esperando por seriedade, honestidade e ética.
Antes eles até que falavam nisso, mas o tempo foi passando e eles esqueceram que existe algo como ética e moral na vida de um cidadão
sem opinião
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J. Pimentel (75) 15/12/2009 23h07
J. Pimentel (75) 15/12/2009 23h07
Muito preocupante a afirmação do Ministro Tarso Genro de que o nível de criminalidade, desonestidade e corrupção no meio político é o mesmo das outras categorias profissionais. Assim, ofendeu e agrediu todas as categorias de trabalhadores e ainda nos transfere o temor de que, ao irmos ao médico, ao dentista, ao viajarmos de avião, ônibus ou táxi, estamos irremediavelmente nas mãos de bandidos. Gostaria muito de saber onde nosso sacrossanto ministro, apóstolo na mesa santa do poder obteve tais dados. Por outro lado é preciso lhe dar razão quanto a morosidade e ineficiencia do poder Judiciario e do conjunto das leis para punir poderosos e criminosos de colarinho branco. Só para exemplificar, no atual governo tivemos o mensalão, os aloprados, dinheiro na cueca, dossie Serra, mala de dinheiro, caixa dois, manobras especulativas, contas no exterior, a fortuna paga a Duda Mendonça, Marcos Valério, Daniel Dantas e tantos outros escândalos que foram congelados cinicamente, a comprovar que o poder corrompe, o crime compensa, o dinheiro compra tudo, a honestidade é um defeito e o povo um bando de palhaços a aplaudir seu próprio algoz. sem opinião
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Alcides Emanuelli (1971) 15/12/2009 23h07
Alcides Emanuelli (1971) 15/12/2009 23h07
O Estado brasileiro é uma vergonha alem de ter um custo altissimo, tres ou quatro vezes mais que o necessários os salarios e as vantagens levam a todos as instituições publicas estarem quebradas.
Elas não entram em falencia por serem estatais mas suas estruturas são vergonhazas na otica de Bem administrar.
o que fazer para mudar!
Tem que mudar a cabeça que é anomala e só pensa em suas estruturas corporativistas.
Hoje os partidos politicos são estruturas corporativistas que defendem o interesse oportunistas de seus integrantes.
A pergunta que fica é, como Estruturas publicas chegaram a essa vergonha toda que são suas estruturas administrativas?
Uma vergonha mesmo 5 a 6 vezes o numero de funcionários do que a real necessidade para os serviços prestados.
Todos apadrinhados e muitos fantasmas como a acessora da Senadora do PT que mora com seu companheiro e filho nos Estados Unidos, tem o outro que mora na Espanha, o outro que mora no RS, tem um que mora em Natal, outro em São Paulo e assim vai indo o Senado federal tem funcinários que ganham 12.000,00 espalhados por todo o mundo e nenhum deles fez concurso publico.
O Senado é um Espelho para todas as outras estruturas e todos os mensalões que nascem todos os dias no ceio dessas instituições.
Agora mudando de Assunto, vi falarem em ONG com uma instituição não governamental, e sinceramente não entendi!
Sabem porque não entendi! se elas ganham dinheiro publico para se manterem com ser não governamental!
sem opinião
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