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Brasil
23/04/2009 - 18h29

Aécio diz que não trabalha com "plano B" e mantém planos de candidatura para 2010

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da Folha Online

O governador de Minas Gerais, Aécio Neves (PSDB), disse hoje que não "trabalha na vida com plano B". A declaração foi uma resposta a uma pergunta se o Senado seria o plano B de Aécio.

O PSDB tem dois nomes fortes para a Presidência em 2010: Aécio e o governador de São Paulo, José Serra. Aécio defende que o nome do candidato seja escolhido por meio de prévias. O grupo de Serra é favorável a um entendimento interno.

Na terça-feira, Aécio começou a se despedir do governo ao anunciar, em discurso na praça Tiradentes, em Ouro Preto, que era a última vez que presidia uma cerimônia de celebração da Inconfidência Mineira.

Questionado sobre o episódio, Aécio manteve a disposição de ser candidato em 2010. "Obviamente, quando eu falo, e falei de forma muito clara, sem qualquer escaramuça, é que se eu vier disputar um cargo eletivo a partir do próximo ano, qualquer que seja ele, eu tenho que me desincompatibilizar no prazo que será o final do mês de março, a seis meses das eleições", disse ele, segundo sua assessoria.

Comentários dos leitores
joao michelini (107) 10/12/2009 11h51
joao michelini (107) 10/12/2009 11h51
AGU tenta reaver R$ 1,6 bi desviados por corruptos...
Em 2009, a AGU (Advocacia Geral da União) protocolou na Justiça 2.763 ações. Em todas elas, cobra nos tribunais a devolução de verbas desviadas do Tesouro...
As ações somam R$ 1,689 bilhão. Recursos perdidos nos desvãos da corrupção. O grosso dos processos envolve servidores e empregados públicos (35%).
Na sequencia, empresários (17%) e empresas (13%). No balanço que levou à web, a CGU se exime de mencionar os nomes dos réus.
A maioria das ações (1.500) decorre de condenações promovidas pelo TCU. O mesmo TCU que Lula e seu governo fustigam e tentam esvaziar.
Nesse lote, os prefeitos figuram como recordistas da malversação. Ex-prefeitos figuram como réus em 620 ações. Prefeitos no exercício do mandato são acionados em 107 processos.
O TCU também condenou 65 diretores, chefes e presidentes de órgãos e empresas públicas. Desgraçadamente, a corrupção é maior nas regiões mais pobres do país.
Mais da metade das ações (53%) referem-se à corrupção praticada nos pedaços do mapa do Brasil com menor IDH (Indice de Desenvolvimento Humano).
Segundo a CGU, "o MARANHAO é campeão nesse tipo de ação (183), seguido pelos Estados da BAHIA (165); MINAS (160); RIO (106) e RIO GRANDE DO NORTE (90).
CADE O NOME DOS CORRUPTOS????????????
QTO ROUBARAO CADA ????????????
sem opinião
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mario pedrosa (143) 09/12/2009 23h44
mario pedrosa (143) 09/12/2009 23h44
Alguém, em sã consciência, acredita que vai haver respeito à política fiscal em ano eleitoral? 7 opiniões
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joao michelini (107) 09/12/2009 23h16
joao michelini (107) 09/12/2009 23h16
FORO PRIVILEGIADO
Foro privilegiado é uma herança deixada pela política adotada no tempo que o Brasil era uma colônia portuguesa. Naquele tempo, onde a escravidão era uma coisa normal, não se admitia que um político ou uma pessoa "importante" para a colônia fosse julgada da mesma maneira que um cidadão comum. Mesmo com o pensamento arcaico, antes mesmo da lei áurea, a Constituição de 1824 já dispunha de cláusulas que visavam igualdade de todas as pessoas perante à lei.
A Constituição de 1988, embora considerada a mais democrática de todas as Constituições brasileiras, não previu expressamente a vedação de foro privilegiado. Pelo contrário, estabelece até mesmo quem terá direito ao foro. Apesar disso, o seu art. 5o, XXXVII, dispõe que "não haverá juízo ou tribunal de exceção", tornando nossa atual carta magna ambígua, abrindo brechas para políticos e alguns "privilegiados" cometerem crimes sem receber punição alguma.
Constitucionalmente legal ou não, o foro privilegiado, devido ao fato de contribuir para indiscutivelmente o maior mal da política brasileira, a corrupção, deve ser revisto, em prol de um eficiente combate aos corruptores e do combate à impunidade. Muito pouco está sendo feito para a extinção do foro privilegiado.
de 1988 a 2007, nenhum agente político foi condenado pelo STF. No mesmo período, o STJ condenou apenas cinco autoridades.
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