Eduardo Suplicy cede cota aérea do Senado à namorada e diz que vai restituir valor
da Folha Online
O senador Eduardo Suplicy (PT-SP) usou sua cota pessoal de passagens aéreas para custear viagens, em território nacional, de sua namorada, a jornalista Mônica Dallari, revela reportagem Andréa Michael, publicada na edição de hoje da Folha (íntegra disponível para assinantes do UOL ou do jornal).
| 09.nov.2004/Folha Imagem |
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| Eduardo Suplicy cede cota aérea do Senado à namorada Mônica Dallari entre 2007 e 2008; ele diz que vai restituir valor |
Suplicy disse ontem à reportagem que devolveria R$ 5.521 referentes aos gastos, ocorridos entre 2007 e 2008.
De acordo com a reportagem, Suplicy também pagou, com a cota do Senado, uma viagem da namorada a Paris, em janeiro de 2007. Ele disse que já restituiu o valor, de R$ 15,1 mil, no mesmo ano. A passagem para Paris faria parte de uma viagem para a China, feita a convite do governo daquele país. O trecho Paris-Pequim foi pago pelos chineses.
Em abril, o Senado restringiu a utilização das passagens aéreas aos parlamentares. Ato aprovado pela Mesa Diretora da Casa proibiu os senadores de repassar bilhetes aéreos da sua cota pessoal para familiares ou terceiros.
Só estão autorizados a usar as passagens os assessores designados pelos parlamentares, com o aval da Mesa Diretora da Casa, em deslocamentos no território nacional --assim como os próprios senadores.
Outra mudança impede que os senadores acumulem a sobra da cota de passagens para o ano seguinte --como ocorre no modelo atual.
Também foram extintas as cotas suplementares de passagens para os integrantes da Mesa Diretora e líderes partidários. Pela antiga resolução, um grupo de 54 congressistas --integrantes da Mesa, seus suplentes e os líderes partidários-- tinham direito a um repasse adicional, que pode chegar a R$ 13 mil.
Leia reportagem completa na edição de hoje da Folha.
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"Câmara inocenta deputados suspeitos de envolvimento na farra das passagens"
Esses não prestam mesmo. VOTO NULO NELES.
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