Marido de Yeda nega que tenha recebido dinheiro de campanha da governadora do RS
da Folha Online
O presidente do Instituto Teotônio Vilela do Rio Grande do Sul, Carlos Crusius, negou ter recebido dinheiro da campanha da governadora Yeda Crusius (PSDB). Em entrevista ao jornal "Zero Hora", Crusius disse que nunca viu "R$ 400 mil juntos" na vida. Yeda também nega a existência do caixa dois.
| Jefferson Bernardes/Palácio Piratini |
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| Yeda Crusius chamou de "requentação" o teor dos áudios citados pela revista "Veja" |
Segundo reportagem da revista "Veja" desta semana, gravações feitas pelo empresário Lair Ferst, um dos ex-coordenadores da campanha tucana em 2006, revelam que Crusius recebeu R$ 400 mil em espécie. A conversa entre era entre Ferst e Marcelo Cavalcante, ex-assessor de Yeda, encontrado morto em fevereiro, em Brasília.
Para a revista, os áudios mostram que Cavalcante admite que, depois do segundo turno da eleição de 2006, coletou R$ 200 mil da Alliance One e outros R$ 200 mil da CTA Continental, empresas de fumo.
"Isso não aconteceu, como não aconteceu aquela denúncia do PSOL, de que teria ocorrido uma reunião com empresários e um cara passou não sei quantos mil na mesa. É absoluta loucura. Aí tu vais dizer: "Ah, mas tem uma fita". Me mostrem a fita. É impossível ter uma fita onde eu esteja recebendo R$ 400 mil do Marcelo. Se isso existir, é tão falso como uma nota de três pilas, é montado", disse Crusius ao "Zero Hora".
Segundo a revista, a viúva de Cavalcante, Magda Koenigkan, afirmou que o dinheiro teria sido usado para comprar a casa onde Yeda mora. As duas empresas negaram ter contribuído ilegalmente para a campanha.
Com base nas denúncias da revista, a oposição deve protocolar nesta semana requerimento para abertura de nova CPI para investigar o caso.
A seção gaúcha da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) também vai requerer hoje ao Ministério Público Federal a divulgação das gravações que ligam a governadora e assessores ao caixa dois.
Com Agência Folha
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Motivados por quem é contra a "meritocracia".
Que coisa horrível essa meritocracia, não é?
Aonde já se viu? Premiar quem trabalha mais, se esforça mais, supera metas...
Que coisa absurda...
O legal mesmo, para quem pensa assim, é a aquela imensa vala comum da mesmice...
Onde quem faz mais, é porque "quer aparecer"...
Tem gente, que ainda não percebeu que estamos no século XXI...
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