De olho em 2010, PMDB livra Yeda de CPI na Assembleia gaúcha
GRACILIANO ROCHA
da Agência Folha, em Porto Alegre
Composta de nove deputados, a bancada do PMDB na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul decidiu que não assinará o requerimento para instalar uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) para investigar o suposto caixa dois praticado pela campanha eleitoral da governadora Yeda Crusius (PSDB), em 2006.
| 06.ago.2008/Folha Imagem |
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| Por apoio na eleição de 2010, PMDB ajuda a engavetar CPI contra Yeda na Assembleia |
O PMDB faz parte da bancada de apoio à governadora tucana. As outras siglas governistas também fecharam questão contra a CPI. O requerimento foi elaborado pelo PT. Ontem, havia apenas 10 das 19 assinaturas necessárias para instalar a comissão. Assinaram o documento nove petistas (um deles preside a Casa e por isso não assina) e um deputado do PC do B.
Os demais partidos de oposição não aderiram à proposta por temer que uma eventual CPI servisse como palanque do PT, que tem o ministro Tarso Genro (Justiça) como pré-candidato ao governo do Estado.
O requerimento da CPI se baseia em denúncias da existência de um caixa dois tucano e também em supostas irregularidades em licitações de obras públicas que estão sendo investigadas pela Polícia Federal.
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A estratégia dos governistas para barrar o pedido se centrou em segurar o PMDB, maior legenda da base. Três deputados que haviam sinalizado ao PT a possibilidade de assinar o requerimento foram enquadrados pela maioria.
Embora ocupe secretarias e comande estatais, o PMDB já trabalha pela candidatura própria do prefeito de Porto Alegre, José Fogaça, para a sucessão de Yeda em 2010.
A discordância interna sobre assinar ou não o requerimento da CPI tem como pano de fundo a divisão entre os peemedebistas que advogam a saída imediata do governo tucano e os que pretendem adiá-la até o final do ano.
"Sair agora seria oportunismo porque o desgaste político da figura da governadora é muito grande e não dá para criar esta CPI apenas com denúncias requentadas", disse Luiz Fernando Záchia (PMDB).
Depois da posição do PMDB, outras legendas que fazem oposição a Yeda também anunciaram que não assinariam o requerimento ontem.
O presidente nacional do PDT, deputado Vieira da Cunha, pediu ontem à bancada estadual do partido que não assinasse o pedido. A legenda é aliada de Fogaça na prefeitura.
No DEM, partido do vice-governador Paulo Feijó, adversário político de Yeda, dois de seus três deputados disseram que só assinariam o requerimento se a oposição reunisse pelo menos 17 assinaturas.
O líder do PT, Elvino Bohn Gass, disse que a sigla espera obter o número mínimo de assinaturas nos próximos dias.
Ontem, estudantes universitários e secundaristas cancelaram protesto em frente ao Palácio Piratini (sede do governo) por causa da chuva.
| Arte/Folha | ||
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" oferta " para ser candidato do partido a presidente em 2.010. Várias vezes eu fiz essa colocação aqui nesse forum. Lembram-se ? Agora que a sujeira dessa oposição começa a vir a tona, é que ele vai sair fora de vez. Ele não é louco. E o mensalão mineiro ? Mãe de todas as mães ainda será julgado esse ano no STF. Diante da profusão de provas que o Ministro Joaquim Barbosa apresentou, vamos ver no que vai dar. Ah, agora apareceu um presidente do Tucanolato lá em Brasília enfiado no meio dessa sujeira toda. E o Arruda hein, ameaçando girar a metralhadora para cima de muita gente. Diz ele que a prova é pARRUDA. Populaçao de Brasília, sai da frente que o ventilador vai ser ligado a qualquer hora. É dinheiro nas meias, nas CUECAS, e sabe lá mais onde.
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Motivados por quem é contra a "meritocracia".
Que coisa horrível essa meritocracia, não é?
Aonde já se viu? Premiar quem trabalha mais, se esforça mais, supera metas...
Que coisa absurda...
O legal mesmo, para quem pensa assim, é a aquela imensa vala comum da mesmice...
Onde quem faz mais, é porque "quer aparecer"...
Tem gente, que ainda não percebeu que estamos no século XXI...
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