Publicidade

 

Publicidade

 

PUBLICIDADE

 
  Acompanhe a Folha.com no Twitter
14/05/2009 - 16h11

CPI contra Yeda ganha adesão de PSB; PDT quer decidir até terça-feira

Publicidade

 

WANDERLEY PREITE SOBRINHO
colaboração para a Folha Online

A oposição à governadora Yeda Crusius (PSDB) na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul conseguiu convencer os dois deputados do PSB a aderirem à CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) para investigar o suposto uso de caixa 2 pela campanha da tucana.

06.ago.2008/Folha Imagem
Por apoio na eleição de 2010, PMDB ajuda a engavetar CPI contra Yeda na Assembleia
CPI contra Yeda (foto) pode interferir nas negociações para as eleições de 2010

Já o PDT --que conta com seis parlamentares-- pretende decidir até a próxima terça-feira (19) se assina ou não a CPI.

Desde ontem, a oposição ao governo já contava com os votos do PSB. Mas foi apenas hoje que Miki Breier e Heitor Schuch aderiram à Comissão. Com a ratificação dos deputados, o número de parlamentares favoráveis sobe para 12, sete a menos do que o necessário para que ela saia do papel.

PDT

Já o PDT vai se reunir na próxima terça para decidir porque, segundo o líder da legenda na Assembleia, Asdroaldo Loureiro, amanhã "as atividades no legislativo esfriam". "Terça-feira é a nossa data. É quando vamos reunir a bancada e analisar os elementos recolhidos de hoje até lá para tomar uma decisão", afirmou Loureiro à Folha Online.

O deputado diz que sua legenda está fazendo um estudo jurídico sobre as justificativas de abertura da CPI. "Fizemos contato com o Ministério Público Federal e com o Ministério Público Eleitoral. Estamos procurando um embasamento para uma posição madura que nos dê convicção para decidir", disse.

Eleições 2010

Ele negou, no entanto, que a proximidade das eleições de 2010 esteja colocando o partido em cima do muro. É que o PDT negocia em duas frentes: de um lado, pode apoiar o candidato a governador do PT. Do outro, a opção é o PMDB, que se recusou a assinar a CPI contra Yeda.

Se o PDT ficar com o PMDB, pode acabar ganhando de presente a Prefeitura de Porto Alegre, já que o atual prefeito, José Fogaça, é cogitado como um dos candidatos do PMDB ao governo estadual. Nesse caso, quem assumiria por dois anos a prefeitura é o vice, o pedetista José Fortunati.

"Não tem nada a ver. Nossa posição é muito independente e responsável. Até porque podemos até ter candidatura própria. O PDT é um partido responsável. Não queremos uma CPI para palanque político", concluiu o parlamentar.

 

Sobre a Folha | Expediente | Fale Conosco | Mapa do Site | Ombudsman | Erramos | Atendimento ao Assinante
ClubeFolha | PubliFolha | Banco de Dados | Datafolha | FolhaPress | Treinamento | Folha Memória | Trabalhe na Folha | Publicidade

Publicidade

 

Publicidade

 

Publicidade