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Brasil
25/05/2009 - 20h49

Aécio diz que exposição não colocou Dilma em um patamar de um candidato do PT

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WANDERLEY PREITE SOBRINHO
colaboração para Folha Online

O governador de Minas Gerais, Aécio Neves (PSDB), classificou nesta segunda-feira como natural que a exposição da ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) na mídia tenha reflexos nas pesquisas eleitorais. Porém, para o tucano, a ministra ainda está em um patamar menor do que um candidato do PT deveria estar.

A ministra é pré-candidata do PT à sucessão e tem o apoio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Segundo pesquisa encomendada pelo PT para as eleições de 2010, Dilma aparece com mais de 20% de intenção de voto para presidente da República. Dos cinco cenários mostrados pela pesquisa, a ministra aparece na frente apenas em um, na disputa com Aécio e com a ex-senadora Heloísa Helena (PSOL-AL).

"Acho que ela vem tendo uma grande exposição e é natural que essa exposição tenha reflexos nas pesquisas eleitorais. Eu acho que ela ainda está em um patamar menor do que aquele que o PT deve estar. Mas é natural que ela continue crescendo. O importante não são as pesquisas mas o resultados das eleições", afirmou o tucano, em São Paulo.

Para o governador, houve uma precipitação da campanha eleitoral, em razão da movimentação do governo federal e do próprio presidente Lula, "que na busca de dar visibilidade à sua candidata, antecipou o processo". Aécio disse que todos devem estar atentos para que não haja utilização da máquina pública.

"Eu acho que temos que estar todos muito atentos e acho que o próprio governo está atento. Acho natural que ela [Dilma] fale, se movimente, que tenha opinião sobre as questões nacionais, mas temos que estar atentos para que não haja utilização da máquina. Não sei se isso ocorre até agora. No nosso caso não vai haver", afirmou.

Aécio disputa com o governador de São Paulo, José Serra (PSDB), a indicação do PSDB para concorrer à Presidência da República. Apesar disso, o governador mineiro disse que o partido está unido e que não há necessidade de o partido lançar um candidato ainda neste ano.

"Nós estamos unidos. A unidade do PSDB é o mais rigoroso instrumento que temos para vencermos as eleições. [...] Não é necessário que tenhamos já um candidato", afirmou.

Comentários dos leitores
alexandre bakunin (139) 30/11/2009 16h13
alexandre bakunin (139) 30/11/2009 16h13
Senhores,
Alguma coisa me diz que esta estória do mensalão do DEM é uma armação.
Um troço assim como boi de piranha.
Inimaginável que estas cobras criadas, depois do Mensalão da Camarilha dos Quatro, iriam expor-se desta maneira.
Tem boi na linha, tem gato na tuba, tem dente de coelho. CERTEZA.
sem opinião
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josé reis barata barata (3460) 30/11/2009 15h07
josé reis barata barata (3460) 30/11/2009 15h07
Tudo como dantes no quartel de Abrantes.
Quis sintetizar o que penso (sem egoísmo: o que pensamos) sobre a corrupção e escolhi o provérbio do título que, por ser filho de português, me acompanhou a vida inteira. Agora temos a internet e a curiosidade levou-me a pesquisá-lo e encontro: "Abrantes é uma região em Portugal, um ponto militar estratégico. Justamente por isso Abrantes era cobiçada pelas tropas francesas de Napoleão. O plano era concentrar as tropas ali, já dentro do território dos portugas, e depois sair fazendo a rapa no resto do país. E assim foi feito. Os franceses dominaram Abrantes e montaram ali seu quartel. Com o maior cagaço, o rei dos bigodudos mandava um informante ficar 24 horas por dia ligado no movimento das tropas napoleônicas em Abrantes. Toda hora, o pentelho do rei queria informações. E o informante:
- Tudo como dantes no quartel de Abrantes.
O rei perguntava mais uma vez. E o informante, já de saco-cheio, repetia:
- Ora, pois, tudo como dantes no quartel de Abrantes.
E essa frase virou uma expressão muito usada além-mar". E a corrupção me fez lembrar dele, da máxima:" Ora, pois, tudo como dantes no quartel de Abrantes, em especial: Brasília, te MET! Corte sem corrupção não é corte. Mas, o que mais me indigna é o Arruda, que não é Filho do Brasil, ter tido o descaramento de colocar um dos símbolos do Natal no meio e distribuiu Panetones. Permanecemos imbecis!
Ah! Mais os deputados distritais do PT não estavam no meio. Ora meu caro: simplesmente outra quadrilha, federal.
E mais um mensalão e mais dólares nas meias, sacolas e bolsos do governo de todos, eles. E o imponderável nos faz lembrar e discutir fatos que já iam sumindo nas penumbras do tempo. E a imprensa e a OAB e o DEM e o PT e o Serra discutem preocupados e considerando relevante o destino político de Arruda e sequer consideram o destino jurídico dele. Por quê? Seguro e seguramente auspicioso. Nada acontecerá e se acontecer não será executado e se for, o castigo será inócuo. O grande e memorável feito do Mensalão do PT foi deixar um rastro de segurança jurídica para delitos e crimes que se espraia pela sociedade materializando uma violência covarde porque somente pune os economicamente excluídos do Poder judiciário, da lei e do Direito.
E a insegurança jurídica campeia.
A OAB é contraditória. Uma instituição que congrega todos os aplicadores do Direito, os advogados do nosso Brasil varonil, privilegiados com um artigo constitucional que lhes aquinhoa com a honra cívica de serem indispensáveis à administração da justiça, serão os mesmos que amanhã interporão dezenas de recursos e se aproveitarão das intermináveis chicanas na desonrada defesa das aparências e menos da honra na verdade dos fatos;tudo, a custa da mesma moeda surrupiada dos cofres públicos; e sob a mentira, evidente, do direito de defesa.
O progresso da mentira sustentando a mentira do progresso em um mundo de mitos , hipocrisias e inverdades!
sem opinião
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josé reis barata barata (3460) 30/11/2009 14h33
josé reis barata barata (3460) 30/11/2009 14h33
Panetone, por exemplo.
De quando em vez Maquiavel é citado, não é mesmo? Muitos de nós tivemos a oportunidade de ler "O Príncipe", o pequeno muitos mais. Lula, FHC e Arruda, sem a menor dúvida leram, pois, são príncipes. Creio que deveria ser leitura obrigatória nas escolas públicas para que a arte política não fosse privilégio deles:
"Um senhor prudente, portanto, não pode nem deve manter sua palavra, quando isso se torna prejudicial e quando desaparecem as causas que o levaram a empenhá-la. Se todos os homens fossem bons, esse preceito não seria bom. Mas porque são maus e porque não manteriam a palavra contigo, tu também não deves mantê-la em relação a eles. Jamais faltaram a um Príncipe razões legítimas para colorir a violação da palavra dada".
Panetone, por exemplo.
sds. barata's
Obs.; a lentidão está prejudicando nossa ficção virtual.
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