Brasil
27/05/2009 - 12h56

Presidente do Sindicato da Indústria Naval critica CPI da Petrobras

Publicidade

LORENNA RODRIGUES
da Folha Online, em Brasília

O presidente do Sinaval (Sindicato Nacional da Indústria da Construção e Reparação Naval), Ariovaldo da Rocha, criticou nesta quarta-feira a criação da CPI da Petrobras.

Durante audiência pública na Comissão de Minas e Energia, Rocha disse estar "indignado" com a criação da CPI e disse que isso poderá trazer problemas para o setor, que tem a estatal entre os principais clientes.

"É um absurdo levantar uma CPI. A Petrobras cumpre com os seus compromissos, isso chocou a nossa indústria e podemos ter problemas em função de alguns desavisados", afirmou.

De acordo com o presidente do Senado, José Sarney, a CPI deverá ser instalada oficialmente na próxima terça-feira.

Comentários dos leitores
josé reis barata barata (3422) 11/11/2009 14h38
josé reis barata barata (3422) 11/11/2009 14h38
Apagão!
Parece ter atingido também à moderação em face à lentidão fora do comum na edição das opiniões. Talvez fosse conveniente, em respeito, se é que existe, ao participante um simples comunicado. A dúvida nunca foi boa conselheira; diversamente, é péssima. Mormente entre supostos parceiros envolvidos em um caso supostamente comum: informação.
sem opinião
avalie fechar
Louis Fod (300) 11/11/2009 10h29
Louis Fod (300) 11/11/2009 10h29
Oh Cassio! Fala um pouco sobre o Sarney, da tropa de choque, Renan Calheiros e Fernando Collor de Melo ... Por que será que quando alguém é pago para defender o governo seu único argumento é a economia?
CPI da petrobrás não chegou a lugar nenhum, previsível a maioria é do pt ou tropa de choque, são ratos cuidando do queijo...
--
-- o seu dinheiro é a nossa energia --
1 opinião
avalie fechar
O Pacificador (89) 11/11/2009 08h05
O Pacificador (89) 11/11/2009 08h05
O (o)caso da Petrobras, nunca foi algo que deveria ser tocado por uma CPI.
Ali sempre foi um caso de polícia.
Aparelhamento partidário de uma empresa de capital misto, pública para todos os efeitos, com evidências de desvio da receita para fins eleitoreiros, seria mais do que o suficiente para uma intervenção.
Mas parece que nossa "justiça", nesse caso ao menos, prefere olhar para o outro lado.
1 opinião
avalie fechar
Comente esta reportagem Veja todos os comentários (2009)
Termos e condições
 

FolhaShop

Digite produto
ou marca