Base aliada estuda ceder presidência da CPI da Petrobras à oposição para superar impasse
GUABRIELA GUERREIRO
da Folha Online, em Brasília
A base aliada do governo no Senado só vai definir nesta terça-feira os nomes do presidente e do relator da CPI da Petrobras. Sem consenso entre o PT e o PMDB para a indicação do comando da comissão, os partidos da base vão manter conversas na tentativa de chegar a um acordo que evite um racha na base governista dentro da comissão.
| Sérgio Lima/Folha Imagem |
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| Senador ACM Júnior só terá candidatura depois de acordo |
A Folha Online apurou que os governistas não descartam um acordo de última hora com a oposição para ceder a presidência da comissão ao DEM ou PSDB. A estratégia seria uma maneira de reduzir o sentimento de "vingança" da oposição na CPI, uma vez que os tucanos e democratas prometem engrossar o tom das investigações caso o governo não divida o comando da comissão.
O DEM lançou o senador Antônio Carlos Magalhães Júnior (BA) na disputa, mas disse que só vai manter a sua candidatura caso haja espaço para um acordo com os governistas. "Minha posição é que devemos manter a nossa abstenção ou o voto nulo no candidato do governo. Mas não vamos lançar um candidato que não tem maioria para se eleger", disse o líder do DEM no Senado, José Agripino Maia (RN).
Agripino afirmou que não foi procurado por governistas em busca de um acordo com a oposição. Mas não descarta a hipótese por considerar que os governistas possam temer a reação da oposição na CPI das ONGs --que tem a relatoria e a presidência da comissão. O Palácio do Planalto teme, porém, que a presidência da CPI da Petrobras nas mãos da oposição traga prejuízos à imagem da empresa, por isso ainda trabalha para evitar que o DEM fique com o cargo.
Impasse
Senadores que acompanham as articulações sustentam que os senadores Renan Calheiros (AL), líder do PMDB no Senado, e Aloizio Mercadante (SP), líder do PT, não conseguiram se entender em torno das indicações para a CPI da Petrobras. O peemedebista estaria resistente quanto à indicação da senadora Ideli Salvatti (PT-SC), líder do governo no Congresso, para presidir a comissão --assim como à possibilidade do senador Romero Jucá (PMDB-RR), líder do governo no Senado, se tornar o relator da comissão.
Se não houver acordo com a oposição, o senador João Pedro (PT-AM) ganha força para ser escolhido presidente da CPI, enquanto o senador Leomar Quintanilha (PMDB-TO), aliado de Renan, estaria cotado para uma eventual relatoria nas mãos do PMDB.
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Especial



Parece ter atingido também à moderação em face à lentidão fora do comum na edição das opiniões. Talvez fosse conveniente, em respeito, se é que existe, ao participante um simples comunicado. A dúvida nunca foi boa conselheira; diversamente, é péssima. Mormente entre supostos parceiros envolvidos em um caso supostamente comum: informação.
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CPI da petrobrás não chegou a lugar nenhum, previsível a maioria é do pt ou tropa de choque, são ratos cuidando do queijo...
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-- o seu dinheiro é a nossa energia --
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Ali sempre foi um caso de polícia.
Aparelhamento partidário de uma empresa de capital misto, pública para todos os efeitos, com evidências de desvio da receita para fins eleitoreiros, seria mais do que o suficiente para uma intervenção.
Mas parece que nossa "justiça", nesse caso ao menos, prefere olhar para o outro lado.
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