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Brasil
24/06/2009 - 16h50

Dirceu diz que Ciro precisa informar PSB que não pretende disputar governo de SP

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da Folha Online

O ex-ministro da Casa Civil José Dirceu (PT) negou em seu blog que o PT esteja tentando impedir a candidatura presidencial do deputado federal Ciro Gomes (PSB-CE) ao estimular sua candidatura ao governo do Estado de São Paulo. Ele disse, no entanto, que a ala do PT que refuta a opção Ciro no Estado tem medo de acordos e alianças.

24.jan.08/Folha Imagem
Segundo Dirceu, alas do PT têm medo de fechar alianças com outros partidos
Segundo Dirceu, alas do PT têm medo de fechar alianças com outros partidos

Segundo Dirceu as últimas declarações de Ciro afastam "definitivamente" a possibilidade dele concorrer ao governo paulista. "Ele quer disputar é a presidência da República. Só falta, então, informar seu partido aqui no Estado de são Paulo."

Na pesquisa CNI/Ibope divulgada no começo do mês, o governador de São Paulo, José Serra (PSDB), lidera a disputa à sucessão presidencial com 38%, seguido pela ministra Dilma Rousseff (Casa Civil), provável candidata petista --com 18%--, e por Ciro, com 12%.

Segundo o petista, não existe, "pelo menos no PT", ninguém pressionado o PSB para evitar uma nova tentativa de Ciro de conquistar o Palácio do Planalto. "Essa discussão não é nenhuma conspiração para impedir sua candidatura presidencial, que [...] só depende de seu partido", disse.

Dirceu também disparou contra o PSB, que teria "problemas em disputar a presidência da República, consolidar palanques regionais e reeleger seus atuais governadores".

Ele disse, no entanto, que falta coragem aos petistas que rejeitam apoiar Ciro em São Paulo. "O que há no PT, infelizmente, são reações típicas de um partido com medo de alianças e de acordos, já que não há nenhum risco em aceitar as candidaturas do deputado", afirmou.

Decadência

Para tentar convencer seus correligionários, o ex-ministro afirmou que aceitar um nome de outro partido para disputar as eleições em São Paulo não é sinal de que o PT está em "decadência" em São Paulo, seu reduto político.

"Aceitar as prováveis ou possíveis candidaturas desses partidos não é nem decadência e muito menos medo de perder a eleição em São Paulo. É ser um partido capaz de dirigir uma coalizão e hegemonizar uma aliança. Só isso."

Comentários dos leitores
alexandre bakunin (139) 30/11/2009 16h13
alexandre bakunin (139) 30/11/2009 16h13
Senhores,
Alguma coisa me diz que esta estória do mensalão do DEM é uma armação.
Um troço assim como boi de piranha.
Inimaginável que estas cobras criadas, depois do Mensalão da Camarilha dos Quatro, iriam expor-se desta maneira.
Tem boi na linha, tem gato na tuba, tem dente de coelho. CERTEZA.
sem opinião
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josé reis barata barata (3460) 30/11/2009 15h07
josé reis barata barata (3460) 30/11/2009 15h07
Tudo como dantes no quartel de Abrantes.
Quis sintetizar o que penso (sem egoísmo: o que pensamos) sobre a corrupção e escolhi o provérbio do título que, por ser filho de português, me acompanhou a vida inteira. Agora temos a internet e a curiosidade levou-me a pesquisá-lo e encontro: "Abrantes é uma região em Portugal, um ponto militar estratégico. Justamente por isso Abrantes era cobiçada pelas tropas francesas de Napoleão. O plano era concentrar as tropas ali, já dentro do território dos portugas, e depois sair fazendo a rapa no resto do país. E assim foi feito. Os franceses dominaram Abrantes e montaram ali seu quartel. Com o maior cagaço, o rei dos bigodudos mandava um informante ficar 24 horas por dia ligado no movimento das tropas napoleônicas em Abrantes. Toda hora, o pentelho do rei queria informações. E o informante:
- Tudo como dantes no quartel de Abrantes.
O rei perguntava mais uma vez. E o informante, já de saco-cheio, repetia:
- Ora, pois, tudo como dantes no quartel de Abrantes.
E essa frase virou uma expressão muito usada além-mar". E a corrupção me fez lembrar dele, da máxima:" Ora, pois, tudo como dantes no quartel de Abrantes, em especial: Brasília, te MET! Corte sem corrupção não é corte. Mas, o que mais me indigna é o Arruda, que não é Filho do Brasil, ter tido o descaramento de colocar um dos símbolos do Natal no meio e distribuiu Panetones. Permanecemos imbecis!
Ah! Mais os deputados distritais do PT não estavam no meio. Ora meu caro: simplesmente outra quadrilha, federal.
E mais um mensalão e mais dólares nas meias, sacolas e bolsos do governo de todos, eles. E o imponderável nos faz lembrar e discutir fatos que já iam sumindo nas penumbras do tempo. E a imprensa e a OAB e o DEM e o PT e o Serra discutem preocupados e considerando relevante o destino político de Arruda e sequer consideram o destino jurídico dele. Por quê? Seguro e seguramente auspicioso. Nada acontecerá e se acontecer não será executado e se for, o castigo será inócuo. O grande e memorável feito do Mensalão do PT foi deixar um rastro de segurança jurídica para delitos e crimes que se espraia pela sociedade materializando uma violência covarde porque somente pune os economicamente excluídos do Poder judiciário, da lei e do Direito.
E a insegurança jurídica campeia.
A OAB é contraditória. Uma instituição que congrega todos os aplicadores do Direito, os advogados do nosso Brasil varonil, privilegiados com um artigo constitucional que lhes aquinhoa com a honra cívica de serem indispensáveis à administração da justiça, serão os mesmos que amanhã interporão dezenas de recursos e se aproveitarão das intermináveis chicanas na desonrada defesa das aparências e menos da honra na verdade dos fatos;tudo, a custa da mesma moeda surrupiada dos cofres públicos; e sob a mentira, evidente, do direito de defesa.
O progresso da mentira sustentando a mentira do progresso em um mundo de mitos , hipocrisias e inverdades!
sem opinião
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josé reis barata barata (3460) 30/11/2009 14h33
josé reis barata barata (3460) 30/11/2009 14h33
Panetone, por exemplo.
De quando em vez Maquiavel é citado, não é mesmo? Muitos de nós tivemos a oportunidade de ler "O Príncipe", o pequeno muitos mais. Lula, FHC e Arruda, sem a menor dúvida leram, pois, são príncipes. Creio que deveria ser leitura obrigatória nas escolas públicas para que a arte política não fosse privilégio deles:
"Um senhor prudente, portanto, não pode nem deve manter sua palavra, quando isso se torna prejudicial e quando desaparecem as causas que o levaram a empenhá-la. Se todos os homens fossem bons, esse preceito não seria bom. Mas porque são maus e porque não manteriam a palavra contigo, tu também não deves mantê-la em relação a eles. Jamais faltaram a um Príncipe razões legítimas para colorir a violação da palavra dada".
Panetone, por exemplo.
sds. barata's
Obs.; a lentidão está prejudicando nossa ficção virtual.
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