Aécio diz que não criará celeuma por escolha de data de prévias do PSDB
da Folha Online
O governador de Minas, Aécio Neves (PSDB), disse hoje estar satisfeito com a decisão da direção do partido de realizar prévias para escolha do candidato. Aécio e o governador de São Paulo, José Serra, são os nomes mais cotados dentro do PSDB para encabeçar a chapa tucana que disputará a Presidência em 2010.
"A partir do momento em que as prévias são aceitas pela direção do partido, eu me dou por satisfeito. Considero as prévias um instrumento de mobilização do partido", disse Aécio.
O governador de Minas afirmou que não criará celeuma em relação à data de realização das prévias. "Alguns companheiros têm proposto que ela ocorra entre janeiro e fevereiro [de 2010]. Não colocarei obstáculo a isso. Se o partido, em outubro [de 2009], fixar a data de janeiro, até no máximo fevereiro como a data para as prévias, terá o meu de acordo. Não será por isso que vamos criar uma celeuma."
Sobre a participação no programa partidário do PSDB veiculado na TV, Aécio afirma que divide o tempo com Serra. "Nas inserções que têm até, a meu ver, uma importância maior, uma presença maior, foi divido equanimente, igualmente, isonomicamente entre o governador Serra e a minha participação."
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A insegurança jurídica propiciada pelo Estado é o grande e irreparável infortúnio. Nada se equivale a ela por destruir o "contrato social", o direito (enquanto patrimônio pessoal) de todos e cada um. Toda a violência que assistimos em nosso dia-a-dia nasce nela pelo efeito multiplicador do exemplo negativo que a realidade do destroçado aparato de segurança do Estado, incluindo aí o judiciário, torna evidente. As autoridades públicas estão perfeitamente conscientes disto.A legalidade insistentemente repetida que reside na mentira do "Estado Democrático de Direito" os torna intocáveis. As condutas prepotentes, arrogantes, insensíveis que escarnece e faz pouco caso da opinião pública são tantos e freqüentes que seria enfadonho citar, por mais, escrevo em ambiente de privilegiados, que pensam. O Direito, hoje, mais do que outrora tornou-se instrumento de poder com a conivência de seus aplicadores e formadores.O Estado encontra nele sua fonte renovável de poder materializada nas MPs: esbulho totalitário.
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Nem o mais crente e ingênuo dos brasileiros acredita. Mensalão não é novidade, é curso de pós-graduação política.OAB, Oposição! Os sujos falando dos mal lavados. A OAB não é mais a mesma; e, oposição, qual? A OAB vem sofrendo um desgaste progressivo em face o corporativismo, politização e má formação do advogado que é péssima tanto na essência quanto na visão do Direito que vige.Isto a não se lembrar o ambiente de trabalho dele, o judiciário: promíscuo, despreparado e retrógrado. Acresce lembrar a lei, instrumento de trabalho dele, que não mais representa a vontade geral, mas, a do grupo no poder. Oposição, na realidade, grupos fortuitos e/ou circunstanciais de interesses movidos pelo escândalo de plantão que a qualquer cochicho que avente vantagem deixam o dito pelo não dito. Existisse "oposição política" fundada em valores e Lula e seus asseclas mensaleiros não estariam livres, leves, soltos e faceiros.
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