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Brasil
25/06/2009 - 14h42

Deputado entrega relatório da CPI dos Grampos ao Supremo

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da Folha Online

O presidente da CPI dos Grampos, deputado Marcelo Itagiba (PMDB-RJ), entregou nesta quinta-feira ao STF (Supremo Tribunal Federal) o relatório final da comissão.

Segundo o Supremo, o parlamentar explicou que no relatório existem duas propostas de lei para regular a questão das escutas telefônicas de forma mais correta e adequada.

Itagiba também teria dito que os projetos visam criar empecilhos para a comercialização, importação, venda e utilização dos equipamentos de escutas por quem não for órgão autorizado a realizar esse tipo de trabalho.

O deputado ainda teria afirmado, segundo o STF, que no Brasil ocorriam mais de 375 mil interceptações por ano. "Havia uma banalização, um total descontrole. Nenhum órgão era capaz de informar efetivamente quantas escutas telefônicas estavam sendo realizadas no país."

Para o parlamentar, somente através dos mandados que foram encaminhados às operadoras telefônicas era possível saber das interceptações.

Comentários dos leitores
Igor Bevilaqua (730) 25/11/2009 09h14
Igor Bevilaqua (730) 25/11/2009 09h14
Prestem atenção que são os que deveriam ser investigados, os que nomeiam e colocam em cargos importantes, personagens de seus interesses..., cito como exemplo a "POLÍCIA FEDERAL"..., depois da troca de comando, depois do afastamente forçado do Delegado Protógenes..., nunca mais prendeu um deputado ou senador ou ainda magistrados envolvidos em roubos, escândalos, venda de sentenças e corrupção e etc..., então, tem duas hipóteses..., ou tem "GENTE DE CASA" no comando..., ou da noite para o dia..., "TODOS ELES FICARAM HONESTOS"..., o que, eu, particularmente, acho impossível. sem opinião
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Luís da Velosa (1424) 25/11/2009 08h12
Luís da Velosa (1424) 25/11/2009 08h12
Deu-me boa impressão o questionamento feito pelo Senado ao Dr. Trezza e as suas respostas equilibradas. Discrição, Dr. Trezza. Todo o Brasil está aguardando que a gestõ de V.Sa. se revista de sabedoria, de equidade e de força. sem opinião
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Nelson Vaughan (111) 22/11/2009 13h58
Nelson Vaughan (111) 22/11/2009 13h58
Infelizmente o STJ decide, mais uma vez, de forma política e em defesa de interesses particulares, envolvendo-se politicamente nas decisões. É uma pena ver o poder judiciário se prestar pasra isso. sem opinião
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