Deborah Duprat ocupa interinamente cargo de procurador geral da República
da Folha Online
A subprocuradora-geral da República Deborah Duprat exerce a partir de hoje o cargo de procuradora-geral da República interinamente. Ela ficará no cargo até o presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciar o nome do novo procurador geral.
Lula deve escolher o sucessor de Antonio Fernando Souza, que deixou o cargo na sexta-feira passada, numa lista tríplice com os nomes dos procuradores mais votados na eleição realizada pela ANPR (Associação Nacional dos Procuradores da República).
Lula também pode escolher o qualquer um dos integrantes de carreira com mais de 35 anos. Tradicionalmente, ele escolhe o mais votado da lista.
Na lista tríplice entregue a Lula estão os nomes dos subprocuradores-gerais da República, Roberto Monteiro Gurgel Santos, o mais votado, com 482 votos, seguido por Wagner Gonçalves, com 429 votos, e Ela Wiecko Castilho, com 314.
O ministro Tarso Genro (Justiça) e o ex-ministro da Justiça Márcio Thomaz Bastos estão em lados opostos na indicação do novo procurador-geral da República, informa o "Painel" da Folha, editado por Renata Lo Prete (a íntegra está disponível para assinantes do jornal e do UOL).
Segundo a coluna, o ministro da Justiça defende Roberto Gurgel; seu antecessor, Wagner Gonçalves. Lula deve definir o nome a qualquer momento. Antonio Fernando Souza deixa o cargo hoje.
A Folha informa que a demora na escolha do sucessor do procurador-geral da República gerou uma nova expectativa no Ministério Público Federal, além das apostas sobre qual é o nome preferido do presidente Lula.
O escolhido ainda terá que ser sabatinado no Senado e há dúvidas no Ministério Público se, no período de interinidade, a subprocuradora-geral Deborah Duprat, 50, cuidará só de questões administrativas.
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O ministro Joaquim Barbosa renunciou ao TSE e não ao Supremo Tribunal Federal.
E ainda falam muitas bobagens. A justiça não de ser feita pela força da opinião publica e sim pelos ditames da Constituição Federal. Nos meus 64 anos não existe maior maria-vai-com-as-outras do que pseudos intelectuais que parecem não ter poder de raciocinio próprio.
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