Brasil
29/06/2009 - 13h38

Deborah Duprat ocupa interinamente cargo de procurador geral da República

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da Folha Online

A subprocuradora-geral da República Deborah Duprat exerce a partir de hoje o cargo de procuradora-geral da República interinamente. Ela ficará no cargo até o presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciar o nome do novo procurador geral.

Lula deve escolher o sucessor de Antonio Fernando Souza, que deixou o cargo na sexta-feira passada, numa lista tríplice com os nomes dos procuradores mais votados na eleição realizada pela ANPR (Associação Nacional dos Procuradores da República).

Lula também pode escolher o qualquer um dos integrantes de carreira com mais de 35 anos. Tradicionalmente, ele escolhe o mais votado da lista.

Na lista tríplice entregue a Lula estão os nomes dos subprocuradores-gerais da República, Roberto Monteiro Gurgel Santos, o mais votado, com 482 votos, seguido por Wagner Gonçalves, com 429 votos, e Ela Wiecko Castilho, com 314.

O ministro Tarso Genro (Justiça) e o ex-ministro da Justiça Márcio Thomaz Bastos estão em lados opostos na indicação do novo procurador-geral da República, informa o "Painel" da Folha, editado por Renata Lo Prete (a íntegra está disponível para assinantes do jornal e do UOL).

Segundo a coluna, o ministro da Justiça defende Roberto Gurgel; seu antecessor, Wagner Gonçalves. Lula deve definir o nome a qualquer momento. Antonio Fernando Souza deixa o cargo hoje.

A Folha informa que a demora na escolha do sucessor do procurador-geral da República gerou uma nova expectativa no Ministério Público Federal, além das apostas sobre qual é o nome preferido do presidente Lula.

O escolhido ainda terá que ser sabatinado no Senado e há dúvidas no Ministério Público se, no período de interinidade, a subprocuradora-geral Deborah Duprat, 50, cuidará só de questões administrativas.

Comentários dos leitores
Pasqual Evangelista (5) 26/11/2009 18h23
Pasqual Evangelista (5) 26/11/2009 18h23
Tem pessoas que não sabem distinguir entre STF e TSE.
O ministro Joaquim Barbosa renunciou ao TSE e não ao Supremo Tribunal Federal.
E ainda falam muitas bobagens. A justiça não de ser feita pela força da opinião publica e sim pelos ditames da Constituição Federal. Nos meus 64 anos não existe maior maria-vai-com-as-outras do que pseudos intelectuais que parecem não ter poder de raciocinio próprio.
sem opinião
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Edelweiss Lyrio (2) 26/11/2009 16h46
Edelweiss Lyrio (2) 26/11/2009 16h46
A degradação moral de nossas intituições políticas foram ao fundo poço com a ascenção dos novos "chefes da câmara e senado,com o beneplácito do chefe dos chefes. sem opinião
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Almir Ferreira (2) 19/11/2009 14h19
Almir Ferreira (2) 19/11/2009 14h19
Não gostei da notícia de que o ministro vai renunciar. O Ministro Joaquim Barbosa passa muita confiança em quem o vê trabalhar. É homem sério, competente e muito digno do cargo que ocupa. O Brasil perde com isto. 2 opiniões
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