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Brasil
02/07/2009 - 09h58

Protestos contra Sarney organizados por meio do Twitter falham no mundo real

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da Folha de S.Paulo, em SP e no Rio
da Agência Folha

A campanha pela saída de José Sarney (PMDB-AP) da presidência do Senado ganhou força na internet, com a criação de um site e de um perfil no microblog Twitter.

O perfil "Fora Sarney" no site tem mais de 3.500 seguidores. Já o "Brazilians", virou um ponto de encontro virtual para que as pessoas combinassem protestos reais no Rio, em Porto Alegre, Campinas e São Paulo.

Ainda no Twitter, o apresentador Marcos Mion, o músico Junior Lima e o ator Bruno Gagliasso formaram um grupo chamado "Os Piratas" e iniciaram uma campanha para convencer o ator americano Ashton Kutcher a postar as palavras "fora Sarney" no seu Twitter.

Kutcher, que tem o perfil mais popular no programa, seguido por 2,5 milhões de pessoas, respondeu: "Para os brasileiros; só VOCÊS têm o poder de afastar seu senador. É o SEU país. VOCÊS devem lutar pelo que acreditam. Eu não tenho voto".

Ontem, os protestos pedindo cassação ou renúncia de Sarney ocorreram em diversas cidades. Em São Paulo, cerca de 70 pessoas fizeram manifestação na avenida Paulista.

Em Campinas, o protesto reuniu apenas dez pessoas em frente à prefeitura. No Rio de Janeiro, 30 manifestantes protestaram na frente da Câmara Municipal.

No Amapá, domicílio eleitoral do senador, um ato convocado por PSOL, PSB e setores do PT reuniu numa praça da capital, Macapá, cerca de 50 pessoas, segundo a Polícia Militar. O movimento diz ter reunido 300.

Arte/Folha
Comentários dos leitores
Freddy Grandke (250) 02/02/2010 10h27
Freddy Grandke (250) 02/02/2010 10h27
"servidores que ameaçam recorrer à Justiça contra a implantação do novo sistema por meio do Sindilegis (Sindicato dos Servidores do Poder Legislativo e do Tribunal de Contas da União)".
Quer dizer que apesar de ser funcionário "público" eles não querem estar sob controle. Demitam todos e ai eles vão ver como era bom ser funcionário público.
sem opinião
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Washington Marques (129) 02/02/2010 09h57
Washington Marques (129) 02/02/2010 09h57
A Galera que vai trabalhar na campanha dos senadores para a releição ficaram fora do ponto eletronico. No Senado Federal, quanto maior o cargo do funcionário e do Senador, é que a fiscalização tem que ser maior, uma vez que na rede da tranbicagem peixe pequeno não entra. sem opinião
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Plinio Vieira Soares (2) 01/02/2010 22h54
Plinio Vieira Soares (2) 01/02/2010 22h54
É lamentavel que o ex presidente Jose Sarney nao tenha o menor apesso pela sua biografia; Um politico sem carisma, que para se manter no poder negociou com todos os governos possiveis e aceitou as maiores torpezas podia ao menos na velhice respeitar o papel de homem da transiçao democratica e nao terminar assim como uma das maiores vergonhas da classe politica.
Esta promessa de ponto eletronicao é como a de reforma administrativa no Senado, se o Senado fosse uma empresa ja teria quebrado, sua eficiencia é vergonha para os cidadãos.
Se nosso sistema politico exigisse um numero minimo de votos sem os quais nao se elegeriam um politico poderiamos ter uma camara com 500, ou com 400, ou 300 ou 200 representaantes.
O ex presidente deveria se retirar para Ilha do Calhau e rezar para que o país o esquecesse.
sem opinião
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