Agripino diz que dói mais no DEM do que no PT pedir afastamento de Sarney
MÁRCIO FALCÃO
da Folha Online, em Brasília
Em resposta às críticas do PT, o líder do DEM no Senado, José Agripino Maia (RN), afirmou nesta quinta-feira que a crise política que atinge o Senado é responsabilidade exclusiva do presidente da instituição, José Sarney (PMDB-AP). Agripino disse que dói mais no DEM --principal apoiador de Sarney na disputa pelo comando da Casa-- do que no PT pedir o afastamento do peemedebista porque é como "cortar na própria carne".
O líder disse que o DEM votou com consciência em Sarney pela importância histórica do peemedebista, mas que a cobrança para a licença surge porque as investigações precisam ter credibilidade.
"A responsabilidade pela crise é responsabilidade exclusiva do presidente Sarney. O presidente Sarney é um estadista com uma grande história e grandes méritos, mas que não impede de fazer uma investigação transparente só porque ele é objeto. Foi mais difícil para nós essa proposta do afastamento do que para vossas excelências. Rasgamos na própria carne em benefício da instituição", afirmou.
Agripino disse que não é possível apenas dizer que os parlamentares do DEM que ocuparam a primeira secretaria nos últimos ano também tem responsabilidade pela crise sem apontar as irregularidades. "Quero que o senador Mercadante aponte alguma irregularidade praticada pelo DEM. Se ele está falando isso, tem a obrigação de apontar as falhas do DEM. Do contrário, o senador vai ficar no campo da leviandade", disse.
O democrata negou que o partido tenha abandonado o presidente do Senado. "Temos que ter apreço por esta Casa. Nossa iniciativa e nossas ações são a favor da Casa. Não abandonamos Sarney. Não pedimos que vá ao Conselho de Ética. Só queremos que as investigações ocorra em clima de isenção, sem a dúvida de que ocorreu com a tutela de alguém. Temos que passar a limpo", afirmou.
O líder do DEM disse que a bancada do PT precisa lembrar que votou, em 2003, a favor da eleição de Sarney para a presidência, assim como em Renan Calheiros (PMDB-AL) e Garibaldi Alves Filho (PMDB-RN). "Os três senadores mantiveram Agaciel Maia no cargo. Quem mantém ou demite um diretor é o presidente do Senado", disse.
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O prestigioso jornal Süddeutsche Zeitung se referiu a Lula como "superstar" em uma reportagem que afirma que o Brasil é festejado sob seu governo, como se só agora o país tivesse sido descoberto pelo resto do mundo.
O texto diz ainda que o presidente brasileiro tem um alto índice de aceitação não somente entre os próprios brasileiros, mas também por parte de políticos de outros países.
O jornal econômico Handelsblatt disse que Lula chega à Alemanha para conversar com a chanceler Angela Merkel "de igual para igual".
No artigo intitulado Lula não vem como pedinte, o periódico afirma que o Brasil é um país desejado pelos investidores, e que a líder alemã corteja, por isso, o país em nome do setor econômico alemão.
'Milagre econômico'
Já o conservador Frankfurter Allgemeine Zeitung (FAZ) diz que Lula chega à Alemanha como representante de uma "nova terra do milagre econômico" que "ultrapassou os tremores da crise global com uma velocidade impressionante".
Na reportagem intitulada Um visitante autoconfiante, o FAZ lembra que as empresas brasileiras estão, em muitos setores, na ponta do que há de melhor internacionalmente e que o "capital estrangeiro tem entrado no Brasil como nunca antes", o que faz do real "uma das moedas mais fortes do mundo".
O jornal diz ainda que o Brasil
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Qdo ele ajuda a desapropiar terras, dos pequenos lá em tocantins, e incorpóra ao seu patrimonio, ai ele sorri né!
Vai vendo, tem uma Katia senadora, e outra ruralista, athá, sem nenhum interece, umm dá até para acretitar.
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