Brasil
02/07/2009 - 17h36

Presidente do PSDB critica Lula e diz que Senado está sem autoridade

Publicidade

da Folha Online

O presidente do PSDB, senador Sérgio Guerra (PE), criticou hoje o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que disse ontem que a oposição queria ganhar o comando do Senado "no tapetão". Guerra disse que é uma afirmação "equivocada e desinformada".

"O presidente disse isso lá fora. A nossa impressão é que o presidente anda viajando demais e desinformado sobre o que acontece aqui", disse Guerra.

Segundo ele, não existe a possibilidade de o PSDB ganhar a presidência do Senado no tapetão. "Se o presidente Sarney renunciar, o vice-presidente assume por uns dias e vai ter que fazer eleições depois. Se o presidente Sarney se licencia, o vice-presidente assume para num prazo determinado,que também é breve, fazer novas eleições. Então é uma falsa questão. O PSDB não quer tomar o poder, muito menos no tapetão. O PSDB quer que o Senado se resolva e se resolva para o bem do Brasil."

O presidente do PSDB afirmou que precisa resolver o problema da falta de autoridade no Senado. "Nós pedimos que ele se afastasse por 60 dias e que, ao longo desses 60 dias, se desse uma profunda reforma no Senado. [...] Para que o presidente Sarney voltasse do seu afastamento para tomar uma decisão sobre o que fazer e o que não fazer, enfim, impor a sua autoridade. O problema central é que não há autoridade no Senado agora e nós não podemos ficar nessa situação sem autoridade."

Comentários dos leitores
Antonio Fouto Dias (2697) 08/11/2009 21h53
Antonio Fouto Dias (2697) 08/11/2009 21h53
Antes da abertura desse processo, que já devia ter sido instaurado à tempo, deveriam verificar no arquivo quando se deram as nomeações desses funcionários fantasmas, cujo número a princípio era bem superior ao atual.
Creio que é só verificar a data da nomeação e em que gabinete foi sua lotação, uma vez que com essas informações já se sabe o Senador que efetuou a respectiva contratação.
Para isso creio não necessitar de nenhum catedrático da área e, uma vez tudo isso levantado, aí sim, se instaura um processo de responsabilização e não como o que está sendo proposto.
Outro motivo de transparência seria a divulgação dos nomes dos "fantasmas" e suas respectivas lotações, mas pelo comportamento do Senado, dificilmente isso ocorrerá.
sem opinião
avalie fechar
Carlos Franco Franco (673) 07/11/2009 10h08
Carlos Franco Franco (673) 07/11/2009 10h08
SE ELE FEZ O QUE FEZ, QDO SE CANDIDATOU AO SENADO IMAGINA O QUE FARÁ SE FOR CANDIDATO AO GOVERNO DO ESTADO, ESPERO QUE TENHA APRENDIDO A LIÇÃO, E TOMOU VERGONHA. AH ESSES POLITICOS BRASILEIROS. 2 opiniões
avalie fechar
Luís da Velosa (1381) 07/11/2009 09h16
Luís da Velosa (1381) 07/11/2009 09h16
Pensei que a notícia seria: "O Senado abriu processo..." Mas, tudo bem. Nada pessoal, claro, com os "fantasmas". Acontece que o que interessa ao contribuinte brasileiro é se esse dinheiro malversado, delitivo, portanto, vai ser ressarcido. Se não for, que a apenação seja de tal forma educativa, v.g., trabalhar voluntariamente para pagarem o que devem, ou, se não aceitarem, a demissão do Senado, não somente do cargo comissionado. Tudo isso com a observância do devido processo legal. E mais: quem os empregou, quem os recomendou para fazerem assombrações no Senado? Esses, também, deveriam sofrer os rigores da lei, o que levaria à moraliização do quadro funcional da Casa das Leis. 1 opinião
avalie fechar
Comente esta reportagem Veja todos os comentários (17999)
Termos e condições
 

FolhaShop

Digite produto
ou marca