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Brasil
03/07/2009 - 19h41

Líder do DEM rebate Dilma e diz que PT recuou em licença de Sarney por eleição

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da Folha Online

O líder do DEM no Senado, José Agripino Maia (RN) rebateu em blog hoje as críticas feitas pela ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) ao seu partido. Dilma disse que o DEM também deveria responder pelas denúncias de irregularidades no Senado.

"Estranho, só agora, o Palácio do Planalto, entender a posição adotada pelos DEM [...] de propor a licença temporária do senador José Sarney, como "satanização" da figura do atual presidente do Senado. Na terça-feira, a bancada do PT no Senado anunciava posição semelhante à do DEM", disse Agripino no blog.

Segundo ele, o PT amenizou as cobranças contra Sarney depois de ser enquadrado pelo Palácio do Planalto, que lembrou da necessidade de manter a aliança com o PMDB na eleição de 2010. "O Palácio do Planalto está obrigando a bancada do PT a mudar de posição, pensando na eleição de 2010 e nos imprescindíveis votos do PMDB para garantir a maioria na CPI da Petrobras e na CPI das ONGs", afirmou Agripino.

Mais cedo, Dilma defendeu Sarney. "Não concordo em demonizar e responsabilizar [Sarney] por tudo. Concordo em apurar", disse Dilma hoje na porta do CCBB (Centro Cultural Banco do Brasil), sede provisória do governo federal.

Ela também cobrou o DEM. "Uma pessoa não é a única responsável por tudo que ocorre há 15 anos no Senado. Quem é o responsável é a Primeira Secretaria, que está com o DEM, que estranhamente pede o afastamento de Sarney", disse Dilma. "O DEM também tem que prestar contas."

Comentários dos leitores
Freddy Grandke (250) 02/02/2010 10h27
Freddy Grandke (250) 02/02/2010 10h27
"servidores que ameaçam recorrer à Justiça contra a implantação do novo sistema por meio do Sindilegis (Sindicato dos Servidores do Poder Legislativo e do Tribunal de Contas da União)".
Quer dizer que apesar de ser funcionário "público" eles não querem estar sob controle. Demitam todos e ai eles vão ver como era bom ser funcionário público.
sem opinião
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Washington Marques (129) 02/02/2010 09h57
Washington Marques (129) 02/02/2010 09h57
A Galera que vai trabalhar na campanha dos senadores para a releição ficaram fora do ponto eletronico. No Senado Federal, quanto maior o cargo do funcionário e do Senador, é que a fiscalização tem que ser maior, uma vez que na rede da tranbicagem peixe pequeno não entra. sem opinião
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Plinio Vieira Soares (2) 01/02/2010 22h54
Plinio Vieira Soares (2) 01/02/2010 22h54
É lamentavel que o ex presidente Jose Sarney nao tenha o menor apesso pela sua biografia; Um politico sem carisma, que para se manter no poder negociou com todos os governos possiveis e aceitou as maiores torpezas podia ao menos na velhice respeitar o papel de homem da transiçao democratica e nao terminar assim como uma das maiores vergonhas da classe politica.
Esta promessa de ponto eletronicao é como a de reforma administrativa no Senado, se o Senado fosse uma empresa ja teria quebrado, sua eficiencia é vergonha para os cidadãos.
Se nosso sistema politico exigisse um numero minimo de votos sem os quais nao se elegeriam um politico poderiamos ter uma camara com 500, ou com 400, ou 300 ou 200 representaantes.
O ex presidente deveria se retirar para Ilha do Calhau e rezar para que o país o esquecesse.
sem opinião
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