Governo libera R$ 1 bi em emendas parlamentares e nega manobra para antecipar recesso
da Agência Brasil
O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, informou hoje que o governo vai liberar R$ 1 bilhão em emendas parlamentares. Segundo ele, o ministro de Relações Institucionais, José Múcio Monteiro, fará um levantamento para identificar as demandas e operacionalizar a liberação do dinheiro.
"Na verdade, estamos concordando em começar a liberar as emendas, porque temos agora uma situação que permite isso", disse Paulo Bernardo, após se reunir, hoje com a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff.
O processo de liberação do recurso, prevê o ministro, levará cerca de 10 dias. Bernardo negou que a liberação do recurso para as emendas parlamentares tenha o objetivo de antecipar o recesso no Congresso Nacional, como foi publicado hoje pelo jornal "O Estado de S.Paulo". "Não tem nada a ver com o recesso, que tem data marcada pela Constituição."
O ministro lembrou também que José Múcio trata da liberação das emendas desde fevereiro, e os parlamentares discutem o assunto desde o ano passado.
Recomposição
Bernardo, afirmou que não será possível atender a toda a demanda por recomposição de créditos orçamentários pedida pelos ministérios. Esse volume chega a R$ 21 bilhões, segundo Bernardo. "É evidente que não temos condições de atender tudo isso", afirmou Bernardo.
Ele disse que só poderão ser atendidos aqueles ministérios para os quais foram feitas reservas antecipadas.
Ao falar sobre a impossibilidade de atender a toda a demanda, Bernardo brincou, dizendo que "pedir não ofende". Garantiu ainda que os pedidos dos ministérios não deixarão de ser analisados.
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Não se pode opinar criticar ou exigir qualidade.
Dizer que o governo Lula esta indo muito bem, que o país esta super bem só pode ser piada.
[]s
Eduardo
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Creio que é só verificar a data da nomeação e em que gabinete foi sua lotação, uma vez que com essas informações já se sabe o Senador que efetuou a respectiva contratação.
Para isso creio não necessitar de nenhum catedrático da área e, uma vez tudo isso levantado, aí sim, se instaura um processo de responsabilização e não como o que está sendo proposto.
Outro motivo de transparência seria a divulgação dos nomes dos "fantasmas" e suas respectivas lotações, mas pelo comportamento do Senado, dificilmente isso ocorrerá.
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