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Brasil
17/07/2009 - 08h48

Diálogos mostram ação de filho de Sarney na Eletrobrás

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da Folha Online

Diálogos captados pela Polícia Federal na Operação Boi Barrica revelam que o empresário Fernando Sarney tentava interferir em indicações e negócios realizados pela Eletrobrás, empresa estatal do setor elétrico, área controlada por seu pai, o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), informa reportagem de Leonardo Souza e Hudson Corrêa, publicada nesta sexta-feira pela Folha (íntegra disponível para assinantes do UOL e do jornal).

Fernando foi indiciado anteontem sob acusação de ter cometido quatro crimes: formação de quadrilha, gestão de instituição financeira irregular, lavagem de dinheiro e falsidade ideológica. Ele é alvo de cinco inquéritos abertos pela PF -a principal linha de investigação apura a prática de tráfico de influência supostamente exercida por Fernando para beneficiar empresas privadas em contratos com o governo.

Segundo a reportagem, em uma das conversas gravadas pela PF com autorização judicial, Fernando trata da indicação de uma pessoa para um cargo na diretoria financeira da Eletrobrás. Seu interlocutor, identificado pela PF apenas como Jorge ou Vitinho, diz que precisa do aval de Fernando.

A Folha informa que Jorge cita ainda o nome do advogado Roberto Teixeira, compadre do presidente Lula, que também teria defendido o nome da mesma pessoa para a função na Eletrobrás. Procurado pela reportagem, o advogado disse que usaram seu nome indevidamente e que nunca pediu cargo para ninguém em nenhuma estatal ou órgão do governo.

Outro lado

O advogado Eduardo Ferrão, que defende Fernando Sarney, divulgou nota dizendo que as acusações contra os seus clientes "não procedem". Ele afirmou que as investigações se deram de forma unilateral e que Fernando só teve acesso a elas após determinação judicial.

Orientado a não dar entrevistas, o empresário tem dito, em conversas restritas, que as acusações contra ele são "papel solto no vento".

Leia a notícia completa na Folha desta sexta-feira, que já está nas bancas.

Arte/Folha

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Comentários dos leitores
Ministério Público denuncia Fundação Sarney. Quiá, quiá, quiá!!! sem opinião
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jucelino kopeski (217) 15/12/2009 18h50
jucelino kopeski (217) 15/12/2009 18h50
Sem vale cultura, quem tá na m... não vai poder assistir ao Filho do Brasil, assim não pode ,assim não dá. sem opinião
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Igor Bevilaqua (765) 13/12/2009 10h51
Igor Bevilaqua (765) 13/12/2009 10h51
Caro Sr José Sarney..., para você e sua família a decisão do "stf", dessa vez deve ser respeitada porque encobre todas as falcatruas e maracutaias que o "ESTADÃO" poderia estar divulgando, envolvendo gente de sua família..., como sabemos "TODOS", os seus familiares vivem "MAMANDO" nas tetas públicas..., vivendo das mordomias que a máquina pública oferece aos corruptos..., não só eles como também namorados e namoradas e amigos e etc..., só o Sr e seus familiares acham que a decisão do desacreditado "stf" tem que ser respeitada..., o "RESTO DO PAÍS", tem opinião contrária..., ou seja..., esse tribunal não tem a "PALAVRA MOR", como era de se esperar..., está totalmente desacreditado pela sua insistente eficiência em livrar a cara de corruptos e bandidos..., todos os corruptos e bandidos, quando o cinto aperta, procuram amparo, proteção e suporte no "stf", e são "PRONTAMENTE ATENDIDOS"..., com o Sr e sua prole, não foge à regra..., esse é um dos casos mais "DESCARADOS" de censura a favor de corrupção.
Ps: E os documentos da Satiagraha...???, será que já estão nas mãos dos advogados do Oportunity...???, é só uma questão de tempo..., o Ministro Joaquim Barbosa poderia ficar atento a esse caso, que caminha para o arquivamento ou engavetamento..., tanto faz..., o final é uma reta só..., já faz muito tempo que é assim.
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