Último exilado da ditadura volta ao Brasil depois de 40 anos
da Agência Brasil
da Folha Online
O ex-marinheiro Antônio Geraldo da Costa, último exilado da ditadura militar retornou nesta terça-feira ao Brasil após 40 anos fora do país. Conhecido por "Neguinho" ou pelo codinome da militância, "Tigre", desembarcou no aeroporto às 16h, no aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro. Ele foi recebido por antigos companheiros de luta e de exílio.
| Fernando Donasci/Folha Imagem |
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| Neguinho deixou o país em 1970 após viver seis anos na clandestinidade |
"Aqui estamos porque lá estivemos, na luta contra a ditadura, por um país livre e democrático", afirmou. "Faria tudo de novo, agora com mais experiência", disse.
Hoje com 75 anos, Neguinho deixou o país em 1970, após viver seis anos na clandestinidade depois do golpe militar. Nesse período, Neguinho chegou a participar de assaltos a banco no Rio e em São Paulo para financiar a luta armada contra a ditadura. Apesar de ter tido os crimes políticos anistiados por lei em 1979, o ex-marinheiro continuou em exílio voluntário na Suécia, com medo de retornar e ser punido pelos atos que praticou. Fragilizado emocionalmente, ele temia ser preso ao passar pela imigração.
Neguinho foi saudado pelo grupo "Amigos de 68" e festejado no aeroporto como "o último exilado brasileiro", que preferiu ficar no exterior após a anistia política de agosto de 1979. Ele vivia desde 1972 na Suécia, sob a identidade de Carlos Juarez de Melo, com a qual obteve nova cidadania, casou-se, teve dois filhos e trabalhou como cozinheiro para frades e auxiliar num asilo de velhos.
Por mais de três décadas, viveu sob a falsa identidade que o inibiu de retornar ao Brasil. O velho marinheiro imaginava que, mesmo depois da anistia poderia ser preso pelos assaltos a bancos e, ao mesmo, tempo temia que as autoridades suecas o extraditassem, caso revelasse o nome verdadeiro.
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Indenização de R$100.000,00 por mês!
Pergunto: Se somente o Paulo Freire era gênio, porque pagar tanto dinheiro para a mulher, que nem tem o nome de Freire?
O nome de Paulo Freire merece, sim, nosso respeito.
Só o nome da pessoa Paulo Freire!
Paguem, para a mulher do Paulo Freire, o que todos nós, brasileiros comuns, vale um misero salário mínimo.
Paguem o salário mínimo para a esposa.
Os filhos e netos devem ir trabalhar, como o Paulo Freire trabalhou.
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Mas não é não.
É distribuição de dinheiro público mesmo!!!
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É uma das poucas coisas que funcionam 100% no Brasil. Pena que isso também não aconteça com os precatórios...
Mas essas "comissões", são interessantes. Elas premiam, muitas vezes, quem queria derrubar o governo militar de direita, para instituir uma ditadura de esquerda.
Aquelas pessoas, ao que se sabe, não tinham interesse em trazer a "democracia" de volta. Era uma simples troca de um regime linha dura, por outro pior ainda.
Essa história, a verdadeira, um dia ainda será posta na mesa...
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