Publicidade
Publicidade
Estudantes são detidos após protestarem contra Sarney no Senado
Publicidade
GABRIELA GUERREIRO
da Folha Online, em Brasília
Cerca de dez estudantes contrários à permanência do senador José Sarney (PMDB-AP) na presidência do Senado foram detidos nesta quinta-feira pela Polícia Legislativa da Casa ao realizarem protestos dentro da instituição contra o peemedebista.
Com gritos de "Fora Sarney", os estudantes iniciaram o protesto mas acabaram agredidos pelos policiais no momento em que levantaram folhas de papéis com os mesmos dizeres.
O diretor da Polícia Legislativa, Pedro Araújo, deteve os estudantes com o argumento de que cometeram o crime de perturbação da ordem, uma vez que o Senado não permite manifestação contra ou a favor dos parlamentares.
| PUBLICIDADE |
![]() |
Irritados com a conduta dos policiais, os estudantes afirmaram que foram agredidos desnecessariamente porque realizavam um protesto pacífico. "Polícia é para ladrão, para estudante não", disse um dos estudantes.
O grupo, coordenado por Rodrigo Grassi, integra o Cima (Coletivo Independente de Manifestação e Ativismo). Há dois dias, o mesmo grupo tentou entrar no Senado para entregar 11 pizzas ao presidente do Conselho de Ética do Senado, Paulo Duque (PMDB-RJ), que arquivou 11 processos contra Sarney.
Hoje, os estudantes voltaram a criticar a postura de Duque. "O presidente do Conselho de Ética é um pizzaiolo. A gente quer essa casa limpa. Não é apenas o Sarney que tem que cair. Esse é mais um dos nossos atos secretos populares para que a gente possa se manifestar", disse Grassi.
Para entrar no Congresso, os estudantes se dividiram em entradas distintas para não chamar a atenção dos policiais. Como foram detidos, os estudantes foram conduzidos a uma espécie de delegacia da Polícia Legislativa, onde prestam depoimentos.
Leia mais sobre o Senado
- 1º primeiro-secretário do Senado diz que novos atos indicam atuação de ex-diretores
- Lula pede reflexão a senadores e diz que denúncias não podem ser a única razão de ser
- PMDB recorre para tentar desarquivar processo contra Arthur Virgílio
Leia outras notícias de política
- Mais de 40% dos deputados estaduais de SP e Rio têm processos na Justiça, diz ONG
- Prefeita eleita quatro vezes entra com recurso para manter mandato
- Deputado tucano pede impeachment do vice de Yeda Crusius
Especial
Livraria
Publicidade
As Últimas que Você não Leu
Publicidade
+ LidasÍndice
- Dilma Rousseff aparece com o neto em rampa do Palácio do Planalto
- PF investiga se verba da compra da casa de Perillo saiu da Delta
- Thomaz Bastos diz que deixa julgamento moral à 'vingança de Deus'
- Governo veta 12 pontos e faz 32 modificações no Código Florestal
- Ex-diretor da Delta poderá ficar calado em CPI, decide STF
+ Comentadas
- Thomaz Bastos diz que deixa julgamento moral à 'vingança de Deus'
- Collor diz que respostas à CPI comprovam crimes de procurador-geral
+ EnviadasÍndice
Sobre a Folha | Expediente | Fale Conosco | Mapa do Site | Ombudsman | Erramos | Atendimento ao Assinante
ClubeFolha | PubliFolha | Banco de Dados | Datafolha | FolhaPress | Treinamento | Folha Memória | Trabalhe na Folha | Publicidade
Copyright Folha.com. Todos os direitos reservados. É proibida a reprodução do conteúdo desta página em qualquer meio de comunicaçao, eletrônico ou impresso, sem autorização escrita da Folha.com.







Tablet
Notebook
Tênis
Auto DVD Player
TV
Quer dizer que apesar de ser funcionário "público" eles não querem estar sob controle. Demitam todos e ai eles vão ver como era bom ser funcionário público.
avalie fechar
avalie fechar
Esta promessa de ponto eletronicao é como a de reforma administrativa no Senado, se o Senado fosse uma empresa ja teria quebrado, sua eficiencia é vergonha para os cidadãos.
Se nosso sistema politico exigisse um numero minimo de votos sem os quais nao se elegeriam um politico poderiamos ter uma camara com 500, ou com 400, ou 300 ou 200 representaantes.
O ex presidente deveria se retirar para Ilha do Calhau e rezar para que o país o esquecesse.
avalie fechar