Após cartão vermelho, Sarney diz que prefere o cartão branco "da paz"
MÁRCIO FALCÃO
da Folha Online, em Brasília
Um dia depois de receber um cartão vermelho do senador Eduardo Suplicy (PT-SP), o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), afirmou que o cartão de sua preferência é o branco, que simboliza a paz. A declaração do peemedebista foi motivada pelas cobranças dos senadores do PSDB que o questionaram por ter responsabilizado, em entrevistas à imprensa, o partido pela crise que atingiu o Senado.
Segundo o presidente do Senado, ele não tem interesse em prolongar a crise. "O meu cartão é o cartão branco, que é o cartão da paz", afirmou Sarney. A afirmação foi uma resposta ao líder do PSDB, Arthur Virgílio (AM), que afirmou que mesmo com o arquivamento das acusações contra o peemedebista no Conselho de Ética, crise ainda continua.
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Durante a sessão desta quarta-feira, o presidente do PSDB, senador Sérgio Guerra (PE), afirmou que os tucanos não tiveram a intenção de aumentar o potencial da crise, mas agiram em resposta à sociedade.
"A nossa posição sempre foi do começo até o fim a mesma, sem mudanças. Estivemos aqui solicitando que denúncias feitas fosse apuradas, porque elas precisam ser esclarecidas porque no Senado, na vida pública o que se fala lá fora tem que ser respondido aqui dentro", disse.
O presidente do PSDB voltou a reafirmar que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva é o principal responsável pela crise do Senado. Guerra afirmou que o presidente fez do PT a grande vítima da crise do Senado.
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"O PSDB não levantou crise e reconhece que o Senado continua em estado de crise. É inconcebível que o Senado viva o julgamento que a opinião publica tem dele. Não é uma coisa real atribuir à imprensa e apenas ela. O presidente Lula é o principal autor da crise e o PT e a vítima da crise que se desenvolveu aqui", afirmou.
Segundo Guerra, a postura do presidente Lula durante o desenrolar da crise, mostrou que o presidente se considera acima das instituições e tentou "enlouquecer" o PT. "Se o presidente Lula reclama da imprensa, da Justiça e do Senado é porque se julga personalidade acima do bem e do mal. E fez o mesmo neste episódio. Primeiro fez a defesa pública de Sarney, depois disse que a crise era do Senado, nessa atitude de enlouquecer o PT, que não resolveu seu problema porque está ligado a partidos republicanos e ao mesmo tempo tem ligações históricas com movimentos sociais", disse.
Cartão vermelho
Ontem, Suplicy utilizou a tribuna do Senado para cobrar novamente o afastamento de Sarney do comando da instituição. Em protesto contra o arquivamento das acusações contra o peemedebista no Conselho de Ética, o petista levantou um cartão vermelho, o que provocou um bate boca com o senador Heráclito Fortes (DEM-PI).
Os dois ficaram em uma sucessiva troca de acusações. A confusão teve início depois que Fortes ironizou o cartão vermelho apresentado por Suplicy a Sarney, o que levou o petista a também apontar o cartão para o senador do DEM.
Brincadeiras
Hoje, o cartão vermelho de Suplicy para Sarney virou motivo de brincadeira entre os senadores. Durante a análise do projeto de reforma política nesta quarta-feira, o presidente da Comissão de Ciência e Tecnologia, Flexa Ribeiro (PSDB-PA), recorreu à ideia do petista para tentar acelerar sua fala sobre a proposta.
"Senador Suplicy, acelere a sua fala, se não teremos que dar cartão vermelho pro senhor nesta comissão", disse Ribeiro.
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O famoso guru Chibóca, divulgou suas previsões para 2010.
NO ESPORTE:
*** O Brasil vai ser Exacampeão de futebol;
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NO SOCIAL:
*** O número de miseráveis morando em cortiços vai diminuir de 20 milhões, para 19 milhões.
*** No Índice de Desenvolvimento Humano (ONU) ocuparemos o 69 lugar, atrás da Argentina,Cuba e Uruguai.
Enquanto isso... Veja o que diz as Escrituras Sagradas: 1Co 4:8 - Já estais fartos! já estais ricos! sem nós reinais! e quisera reinásseis para que também nós viéssemos a reinar convosco!
Maranata.
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que aí está não haverá ORDEM E PROGRESSO para o povo brasileiro.Teremos cada vez mais impostos escorchantes, baderna generalizada nos poderes públicos, ausência calamitosa de justiça, e tudo o mais que não presta mas agrada a natureza canalha dos políticos, lobistas, marketeiros e suas
cortes (asseclas).
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