15/06/2004
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12h59
da Folha Online, em Brasília
A bancada do PT no Senado fechou hoje questão a favor da MP (medida provisória) que reajusta o salário mínimo de R$ 240 para R$ 260. Porém, 3 dos 13 senadores petistas não compareceram à reunião. Além disso, o apoio à MP só foi conseguido após compromisso do governo de divulgar novas medidas sociais.
Os ausentes na reunião foram os senadores Serys Slhessarenko (MT), Fátima Cleide (RO) e Delcídio Amaral (MS). Pelo menos Serys tem feito declarações de que seu voto será desfavorável à MP.
No entanto, segundo a líder do PT na Casa, Ideli Salvatti (SC), que comunicou a decisão sobre o fechamento de questão, nenhum dos três senadores deixou de vir à reunião por motivos políticos.
'Os três tiveram justificativa para ausência. Um tem atividade no Estado, outra perdeu o vôo e outra está com problema de saúde. Nenhum dos três senadores ausentes não compareceu por problema político', afirmou Ideli.
Condições
Além das ausências, a reunião também foi marcada por pressões da bancada para que o PT divulgue novas medidas sociais que compensem o pequeno aumento do mínimo. Segundo o senador Cristovam Buarque (DF), o PT só fechou questão porque o presidente do partido, José Genoino, e Ideli aceitaram negociar as compensações.
Nesta tarde o governo promove nova reunião com os dissidentes da base aliada para tratar das medidas sociais. Na reunião estarão presentes o líder do PMDB no Senado, Renan Calheiros (AL); dois secretários do Ministério da Fazenda -Bernard Appy (secretário-executivo) e Marcos Lisboa (Política Econômica)--; e os relatores do Orçamento de 2005, Romero Jucá (PMDB-RR); e da LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias), Garibaldi Alves (RN).
Existe no Senado a expectativa de que os secretários se comprometam a incluir novos programas e metas sociais na LDO e no Orçamento do próximo ano em troca de votos favoráveis ao mínimo.
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Senadores do PT fecham questão favorável a mínimo de R$ 260
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JOÃO SANDRINIda Folha Online, em Brasília
A bancada do PT no Senado fechou hoje questão a favor da MP (medida provisória) que reajusta o salário mínimo de R$ 240 para R$ 260. Porém, 3 dos 13 senadores petistas não compareceram à reunião. Além disso, o apoio à MP só foi conseguido após compromisso do governo de divulgar novas medidas sociais.
Os ausentes na reunião foram os senadores Serys Slhessarenko (MT), Fátima Cleide (RO) e Delcídio Amaral (MS). Pelo menos Serys tem feito declarações de que seu voto será desfavorável à MP.
No entanto, segundo a líder do PT na Casa, Ideli Salvatti (SC), que comunicou a decisão sobre o fechamento de questão, nenhum dos três senadores deixou de vir à reunião por motivos políticos.
'Os três tiveram justificativa para ausência. Um tem atividade no Estado, outra perdeu o vôo e outra está com problema de saúde. Nenhum dos três senadores ausentes não compareceu por problema político', afirmou Ideli.
Condições
Além das ausências, a reunião também foi marcada por pressões da bancada para que o PT divulgue novas medidas sociais que compensem o pequeno aumento do mínimo. Segundo o senador Cristovam Buarque (DF), o PT só fechou questão porque o presidente do partido, José Genoino, e Ideli aceitaram negociar as compensações.
Nesta tarde o governo promove nova reunião com os dissidentes da base aliada para tratar das medidas sociais. Na reunião estarão presentes o líder do PMDB no Senado, Renan Calheiros (AL); dois secretários do Ministério da Fazenda -Bernard Appy (secretário-executivo) e Marcos Lisboa (Política Econômica)--; e os relatores do Orçamento de 2005, Romero Jucá (PMDB-RR); e da LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias), Garibaldi Alves (RN).
Existe no Senado a expectativa de que os secretários se comprometam a incluir novos programas e metas sociais na LDO e no Orçamento do próximo ano em troca de votos favoráveis ao mínimo.
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