Mercadante diz que vai propor mudança na proposta de reforma eleitoral
GABRIELA GUERREIRO
da Folha Online, em Brasília
O senador Aloizio Mercadante (PT-SP) disse nesta quarta-feira que vai apresentar uma proposta alternativa para modificar o parecer da reforma eleitoral no que diz respeito às restrições impostas para sites noticiosos na internet. Mercadante sugere a extinção de artigo da lei eleitoral que impede aos sites veicular propaganda política ou difundir opinião favorável ou contrária aos candidatos e partidos.
O senador disse que sua proposta também vai incluir, no parecer, o direito de resposta na internet aos candidatos e partidos que se sentirem prejudicados pelo conteúdo veiculado. "Os sites terão que colocar a resposta no período não inferior ao dobro do tempo das mensagens consideradas ofensivas", afirmou.
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O petista disse que a internet, por ser um "espaço de liberdade", não pode ter regras que regulem o seu conteúdo. "Os mecanismos não serão eficazes para determinar o que pode ser veiculado na internet", afirmou Mercadante.
Além do petista, o senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG) disse que também vai apresentar emenda ao parecer da reforma eleitoral aprovado nesta quarta-feira pelas comissões de Constituição e Justiça e Ciência e Tecnologia do Senado. O texto, que já havia sido aprovado pela Câmara, impõe as restrições ao conteúdo da internet.no período eleitoral --mas os senadores mantiveram a íntegra do texto autorizado pelos deputados.
Como o Senado decidiu adiar para a semana que vem a votação do parecer no plenário da Casa, os parlamentares vão tentar construir um texto de consenso entre os senadores. A polêmica está no fato do parecer impor aos sites jornalísticos, na internet, as mesmas regras previstas pela legislação às emissoras de rádio e televisão brasileiras.
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Se o parecer da reforma eleitoral for mantido pelos plenários da Câmara e do Senado, os sites jornalísticos estarão proibidos de emitir opiniões a respeito dos candidatos e terão que dedicar o mesmo espaço em sua programação para todos os candidatos que estão na disputa.
Apesar do parecer aplicar à internet as restrições já previstas na lei para as rádios e TVs, abre brecha para que os sites publiquem anúncios dos candidatos que vão disputar a presidência da República em 2010 --embora a prática seja vedada às televisões e rádios. Pela lei eleitoral em vigor, somente a mídia impressa (jornais e revistas) pode publicar anúncios pagos pelos candidatos, mas à internet será aplicada a mesma regra se o parecer for mantido como está.
A lei eleitoral também impede aos sites, a partir de 1º de julho do ano da eleição, transmitir em seu noticiário, ainda sob a forma de entrevista jornalística, imagens de realização de pesquisa ou qualquer outro tipo de consulta popular de natureza eleitoral em que seja possível identificar o entrevistado ou em que haja manipulação de dados.
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Meus pêsames.. esse povo é complicado... mas realmente na revista. Isto é, dessa semana e semana passada tão mostrando uma outra verdade...
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MARCOS VALERIO
Em qualquer Pais do mundo este cidadão ja estaria mofando numa cadeia...
Aqui como é amigo da CORTE continua a encher suas contas bancarias....
Abocanhando gordas boladas com sua SMP&B, cujos sócios atuais são os empresários Cristiano Paz e Ramon Hollerbach (50% das ações, segundo a denúncia), Clésio Andrade (40%) e Marcos Valério de Souza (10%), pertencia em 1996 apenas aos sócios Cristiano e Ramon, e passava por dificuldades financeiras. Marcos Valério teria sido contratado pelos dois para conseguir o ingresso de um novo sócio a fim de retomar o crescimento do negócio.
Segundo denúncia, devido à dívida da empresa (que chegava a R$ 12 milhões), Clésio Andrade decidiu entrar como sócio na empresa, incorporando capital no valor de R$ 1,5 milhão e exigindo a entrada de Marcos Valério para gerir financeiramente a sociedade, de acordo com a restituição.
Marcos Valério nunca foi e não é do ramo publicitário ou de comunicação, era um especialista na área financeira, optou por desenvolver suas atividades na área de publicidade pela "facilidade apresentada em tal setor para fraudar a execução de contratos e desviar recursos públicos".
E PORQUE O GOVERNO FEDERAL GASTA TANTO EM PUBLICIDADE........
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