07/07/2004
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07h48
O advogado do diretório estadual do PT em São Paulo e da candidata Marta Suplicy na campanha ao governo estadual em 1998, Hélio Silveira, disse que a dívida de R$ 500 mil está "em negociação" com os credores.
A assessoria da prefeita de São Paulo afirmou que "quem fala sobre a campanha é o partido". A reportagem foi orientada a procurar Paulo Frateschi, presidente do diretório estadual do PT. A assessoria dele designou o advogado. Silveira ressaltou que as contas da campanha de Marta foram aprovadas pelo TRE (Tribunal Regional Eleitoral) de São Paulo em 1998, "sem ressalvas". Ele disse que "empresas de comunicação" também têm dívidas a pagar, mas, instado a dizer algum caso específico, não citou nenhum.
O advogado informou que nenhuma das três empresas credoras recorreu à Justiça, até o momento, para cobrar a dívida. "É uma composição entre o diretório estadual e as empresas. Temos aí um passivo, uma dívida com essas empresas, que está sendo suportada, está sendo negociada", afirmou. Indagado sobre as bases dessa composição, Silveira explicou: "Você tem um valor histórico, tem cálculos a serem desenvolvidos, você tem campanhas [eleitorais] futuras que poderão incorporar eventual negociação".
O advogado disse que os credores "são prestadores de serviço, são pessoas que têm relacionamento com o partido". "Não se trata de um credor que está colocando a faca no pescoço, falando: "Pague hoje'", afirmou Silveira.
O diretor da empresa PG Comunicação, Eduardo Godoy, disse que o pagamento da dívida será feito em cinco ou seis parcelas. Os donos da empresa VBC que, de acordo com a secretária da Flash Comunicações, poderiam falar sobre o crédito, não foram localizados.
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Advogado do PT diz que o TRE aprovou contas
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da Folha de S.PauloO advogado do diretório estadual do PT em São Paulo e da candidata Marta Suplicy na campanha ao governo estadual em 1998, Hélio Silveira, disse que a dívida de R$ 500 mil está "em negociação" com os credores.
A assessoria da prefeita de São Paulo afirmou que "quem fala sobre a campanha é o partido". A reportagem foi orientada a procurar Paulo Frateschi, presidente do diretório estadual do PT. A assessoria dele designou o advogado. Silveira ressaltou que as contas da campanha de Marta foram aprovadas pelo TRE (Tribunal Regional Eleitoral) de São Paulo em 1998, "sem ressalvas". Ele disse que "empresas de comunicação" também têm dívidas a pagar, mas, instado a dizer algum caso específico, não citou nenhum.
O advogado informou que nenhuma das três empresas credoras recorreu à Justiça, até o momento, para cobrar a dívida. "É uma composição entre o diretório estadual e as empresas. Temos aí um passivo, uma dívida com essas empresas, que está sendo suportada, está sendo negociada", afirmou. Indagado sobre as bases dessa composição, Silveira explicou: "Você tem um valor histórico, tem cálculos a serem desenvolvidos, você tem campanhas [eleitorais] futuras que poderão incorporar eventual negociação".
O advogado disse que os credores "são prestadores de serviço, são pessoas que têm relacionamento com o partido". "Não se trata de um credor que está colocando a faca no pescoço, falando: "Pague hoje'", afirmou Silveira.
O diretor da empresa PG Comunicação, Eduardo Godoy, disse que o pagamento da dívida será feito em cinco ou seis parcelas. Os donos da empresa VBC que, de acordo com a secretária da Flash Comunicações, poderiam falar sobre o crédito, não foram localizados.
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