22/07/2004
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06h43
A disputa em torno do controle da Brasil Telecom teve início em agosto de 2002, quando a Telecom Italia (TI) transferiu metade das suas ações com direito a voto na operadora de telefonia fixa para o Opportunity.
A empresa italiana decidiu vender as ações porque desejava inaugurar uma rede nacional de GSM via TIM, a quem controla. Ela só poderia fazê-lo, segundo as normas da Anatel, quando a Brasil Telecom atingisse as metas de universalização.
Pelo acordo, a Telecom Italia lançaria o serviço e compraria as ações de volta quando a Brasil Telecom tivesse o certificado de cumprimento das metas.
Mas, no fim de 2002, a Brasil Telecom decidiu adquirir licenças de celular, o que criou uma barreira à volta da TI --a legislação impede que uma empresa seja acionista de duas operadoras de celular na mesma área.
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da Folha de S.PauloA disputa em torno do controle da Brasil Telecom teve início em agosto de 2002, quando a Telecom Italia (TI) transferiu metade das suas ações com direito a voto na operadora de telefonia fixa para o Opportunity.
A empresa italiana decidiu vender as ações porque desejava inaugurar uma rede nacional de GSM via TIM, a quem controla. Ela só poderia fazê-lo, segundo as normas da Anatel, quando a Brasil Telecom atingisse as metas de universalização.
Pelo acordo, a Telecom Italia lançaria o serviço e compraria as ações de volta quando a Brasil Telecom tivesse o certificado de cumprimento das metas.
Mas, no fim de 2002, a Brasil Telecom decidiu adquirir licenças de celular, o que criou uma barreira à volta da TI --a legislação impede que uma empresa seja acionista de duas operadoras de celular na mesma área.
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