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Casa Civil deu cargo à mulher de Toffoli
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da Folha Online
Nove meses depois de José Antonio Dias Toffoli assumir um posto de chefia na Casa Civil da Presidência, em 2003, sua mulher à época, Mônica Ortega Toffoli, foi nomeada como assessora na mesma pasta, informa reportagem de Ranier Bragon e Fernanda Odilla, publicada nesta sexta-feira pela Folha (íntegra disponível apenas para assinantes do UOL e do jornal).
Toffoli, hoje advogado-geral da União e indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para ocupar uma vaga de ministro no STF (Supremo Tribunal Federal), havia assumido no início de 2003 a Subchefia de Assuntos Jurídicos da Casa Civil.
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Segundo a reportagem, em agosto daquele ano saiu no "Diário Oficial da União" a nomeação de Mônica para o cargo de assessora da Diretoria-Geral da Imprensa Nacional, órgão que pertence à estrutura da Casa Civil. O salário, na época, era de R$ 4.900.
Outro lado
Toffoli disse, por meio de assessoria, que não teve nenhuma relação com a indicação de Mônica e que à época (agosto de 2003) já tinha se separado dela, embora não formalmente.
Mônica não disse de quem partiu sua indicação, mas afirmou que reunia todas as qualificações profissionais para exercer a função.
"Sou formada em relações públicas, tenho experiência na área, trabalhei já na Nestlé, na Bayer, tenho um histórico. Desde os 17 anos eu sou uma profissional respeitada na minha área, pós-graduada. Acho bastante desagradável que pelo fato de o Toffoli ter sido indicado para um cargo público eu tenha a minha vida profissional sendo investigada. Eu acho isso um absurdo", afirmou.
Leia a reportagem completa na Folha desta sexta-feira, que já está nas bancas.
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"Eu tenho um sonho que um dia esta nação se levantará e viverá o verdadeiro significado de sua crença - nós celebraremos estas verdades e elas serão claras para todos, que os homens são criados iguais. Um pais que transpira com o calor da injustiça, que transpira com o calor de opressão, será transformado em um oásis de liberdade e justiça. "Meu Brasil, doce terra de liberdade, eu te canto.Terra onde meus pais morreram, terra do orgulho dos peregrinos,De qualquer lado da montanha, ouço o sino da liberdade!"E se o Brasil é uma grande nação, isto tem que se tornar verdadeiro.E assim ouvirei o sino da liberdade em Brasilia e em todos os rincoes .E quando isto acontecer, quando nós permitimos o sino da liberdade soar, quando nós deixarmos ele soar em toda moradia e todo vilarejo, em todo estado e em toda cidade, nós poderemos acelerar aquele dia"
"Livre afinal, livre afinal.
SERA QUE ISSO VAI ACONTECER? SEM UMA GRANDE PARTICIPACAO DA POPULACAO? ACABANDO COM O DOMINIO DE CORONEIS E CARTEIS?
DA PRA PENSAR NISTO? NESTE MOMENTO E PURA UTOPIA.
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Quisera, todas as demais instituições publicas ou privadas seguissem seu padrão elevado.
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