"Estou pronta para o que der e vier", diz Dilma
MÁRCIO FALCÃO
da Folha Online, em Brasília
Com a liberação do tratamento contra um câncer, a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) afirmou nesta segunda-feira que recuperou a energia e que está preparada para enfrentar qualquer desafio. Questionada sobre a sua candidatura à sucessão presidencial de 2010, a ministra disse que está preparada para o que "der e vier" e que vai "encarar tudo que aparecer na vida".
"O que eu fiquei muito feliz é que eles [médico] disseram: olha você agora tem condições totais, sem nenhum cuidado diferente de qualquer outra pessoa tem que ter consigo mesmo, de exercer todas as atividade que você vinha exercendo antes. [..] É interessante eu recuperei minha energia, está na minha cara que eu recuperei a energia. Estou pronta para o que der e vier. Eu não sei para quê, mas estou pronta para tudo. O que aparecer na minha vida vou encarar", disse.
Médicos afirmam que Dilma está "livre" de qualquer evidência de linfoma
Em nota divulgada nesta segunda-feira, os médicos do hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, que cuidam da ministra afirmam que ela está "livre" de qualquer evidência de linfoma, um câncer nos gânglios linfáticos.
A ministra ficou emocionada ao falar da doença, agradeceu o apoio do vice-presidente José Alencar, que também luta contra um câncer no abdômen, a solidariedade dos brasileiros.
"Eu quero agradecer a dedicação dos meus médicos e de todas as pessoas que fizeram orações mandaram santinhos e fizeram correntes favoráveis a minha saúde e a minha pessoa. Eu agradeço do fundo do coração. Nesse processo aprendi muito eu aprendi principalmente a valorizar mais as coisas simples da vida e também as complexas a dar mais valor ao ato de viver eu tenho exemplo de uma pessoa excepcional que e o Zé Alencar. Acho que deu exemplo a todos nós de coragem, de determinação e de força no combate a dor e a doença", afirmou.
Dilma disse que vai negociar com o Ministério da Saúde para que o SUS (Sistema Único de Saúde) distribua na rede pública de todo o país o mesmo medicamento que utilizou na quimioterapia "Eu acho que a questão do tratamento do câncer no Brasil, eu terei a partir de agora, o máximo de interesse quanto à questão de saúde pública. Inclusive estou preocupada com a questão da cobertura quimioterápica no SUS estou fazendo uma gestão junto ao Ministério da Saúde no sentido de levar essa questão do remédio especifico para quimioterapia a todos os brasileiros que estão passando por esse tratamento", disse.
A ministra disse que o tratamento lhe fez dar mais valor a vida e que o momento mais difícil foi receber a notícia da doença.
"Em tudo na vida a gente tira uma coisa de bom. Eu acho que o que eu tirei de bom da doença e essa valorização da vida e essa certeza da imensa solidariedade e que no Brasil as pessoas tem uma com as outras. O momento mais difícil é quando a gente recebe a notícia porque cada um de nós lá no fundo acha que nunca vai ter nada então quando recebe a noticia esta despreparada para ela, porque ela é inesperada. E ai eu tive muita sorte que é o fato de você fazer exames, se cuidar e tentar descobrir a doença o mais cedo possível porque ai ela é uma doença necessariamente mais fácil de tratar e na grande maioria ela e curável", disse.
A ministra esteve no hospital na semana passada, quando se submeteu a diversos exames para avaliação de seu estado de saúde após completar o tratamento de quimioterapia e radioterapia. A avaliação foi coordenada pelos médicos Yana Novis, Paulo Hoff e Roberto Kalil Filho.
Dilma anunciou em 25 de abril a retirada de um nódulo de 2,5 centímetros da axila esquerda. Em meados de maio, ela foi internada no hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, com fortes dores nas pernas. Na ocasião, foi diagnosticada com miopatia, uma inflamação muscular provocada pelo tratamento contra o câncer.
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Especial


Surge uma NOVA CLASSE SOCIAL BRASILEIRA.. A DOS POLITICOS ...e que nos dias de hoje supera as demais classes. BAIXA, MEDIA E ALTA.
A CLASSE DOS POLITICOS PODE SER CONSIDERADA ALTA-ALTA - transferências de propriedades, sem exceção, foram conseguidas através de tácticas mafiosas, de assassinatos, de roubos generalizados, de apropriação de recursos do ESTADO, MUNICIPIOS, UNIAO E ESTATAIS,PRIVATIZAÇOES. Apropriadas pelas máfias privadas dirigidas por PARTIDARIOS ALIADOS com a corrupção. Esses novos multimilionários saqueam ESTADOS MUNICIPIOS A UNIAO E GRANDES EMPRESAS ESTATAIS em milhões de dólares.O MEXICO E O BRASIL, são os dois países que privatizaram os monopólios públicos mais lucrativos, os maiores e os mais eficientes. Do total de 157,2 mil milhões de dólares nas mãos de 38 multimilionários latino-americanos, 30 são brasileiros. Alguns acumularam suas fortunas obtendo contratos governamentais, e outros através DE INFLUENCIA POLITICA BENEFICIANDO-SE de relações políticas e suborno de empresas públicas.
E O RESTO É RESTO
Classe alta - Classe média - Classe baixa - Miseráveis
E a CLASSE DE OTARIOS COMO NOS ELEITORES, QUE PAGAMOS POR TUDO ISSO..., QUE SE LASQUE, RECORRER A QUEM SE DOMINARAO TUDO.
EXECUTICO - LEGISLATIVO E ATE O JUDICIARIO COM O STF DANDO LHES COBERTURA...
-----VOTO NULO NAS PROXIMAS ELEIÇOES NESTA CASTA DE MALANDROS---
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Fazem parte da chapa da corrente CNB de Dutra, o ex-ministro José Dirceu, os deputados José Genoino, José Mentor, José Nobre Guimarães e João Paulo Cunha, os ex-deputados Angela Guadagnin e Josias Gomes, e Mônica Valente, mulher do ex-tesoureiro Delúbio Soares......
Isso é FORMAÇÃO DE QUADRILHA........
POLICIA POLICIA POLICIA POLICIA......
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Devemos mudar a mentalidade através da educação e importar modelos que deram certo.
Devemos incentivar o espirito empreendedor, através de escolas e universidades e fazer uma limpeza no setor público.
Infelizmente não é essa a visão do governo Lula-PT e nem foi do FHC-PSDB.
Estamos com uma mentalidade colonial, onde o sonho de muitoso cidadãos é trabalhar para o "rei" devido às regalias.
Em universidades de ponta, como USP, estudantes de engenharia, fisica,matematica querem ser funcionarios públicos. E como surgerá empresas e tecnologia com tal mentalidade?
[]s
Eduardo.
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