14/09/2004
-
12h35
da Folha Online, em Brasília
O deputado federal Onyx Lorenzoni (PFL-RS) apresentou hoje à presidência do PFL o pedido de abertura de processo para a expulsão do senador Antônio Carlos Magalhães (BA) dos quadros do partido.
O pedido de abertura do processo, já aceito pela presidência do PFL, foi feito com base na resolução do partido editada pela Executiva Nacional em outubro de 2002, que colocou o PFL na oposição ao governo Lula.
ACM está sendo acusado de traição por ter ajudado a promover e participado do jantar de ontem entre parte dos senadores da oposição e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Além de Lula e ACM, participaram do jantar de ontem, na casa do ministro José Dirceu (Casa Civil), os senadores Edison Lobão (PFL-MA), Roseana Sarney (PFL-MA), Eduardo Siqueira Campos (PSDB-TO), João Ribeiro (PFL-TO), César Borges (PFL-BA) e Rodolpho Tourinho (PFL-BA).
Todos são mais afinados com o Palácio do Planalto do que a maioria de seus colegas de partido.
Durante o jantar, Lula teria dito acreditar que com o crescimento dos partidos aliados nas eleições municipais, existe a expectativa de crescimento do bloco de apoio ao governo por meio de troca de partidos.
A realização do jantar irritou partidos de oposição, que temem perder congressistas para a base aliada.
Outro lado
ACM recebeu com descaso e ironia a notícia de que foi pedida abertura de processo contra ele. "Não sei se vou apresentar defesa. Não estou levando este assunto a sério", disse.
Leia mais
ACM diz não levar a sério pedido de expulsão do PFL
Especial
Leia o que já foi publicado sobre Antonio Carlos Magalhães
Leia o que já foi publicado sobre o deputado Onyx Lorenzoni
PFL vai analisar expulsão de ACM a pedido de deputado do partido
Publicidade
ROSE ANE SILVEIRAda Folha Online, em Brasília
O deputado federal Onyx Lorenzoni (PFL-RS) apresentou hoje à presidência do PFL o pedido de abertura de processo para a expulsão do senador Antônio Carlos Magalhães (BA) dos quadros do partido.
O pedido de abertura do processo, já aceito pela presidência do PFL, foi feito com base na resolução do partido editada pela Executiva Nacional em outubro de 2002, que colocou o PFL na oposição ao governo Lula.
ACM está sendo acusado de traição por ter ajudado a promover e participado do jantar de ontem entre parte dos senadores da oposição e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Além de Lula e ACM, participaram do jantar de ontem, na casa do ministro José Dirceu (Casa Civil), os senadores Edison Lobão (PFL-MA), Roseana Sarney (PFL-MA), Eduardo Siqueira Campos (PSDB-TO), João Ribeiro (PFL-TO), César Borges (PFL-BA) e Rodolpho Tourinho (PFL-BA).
Todos são mais afinados com o Palácio do Planalto do que a maioria de seus colegas de partido.
Durante o jantar, Lula teria dito acreditar que com o crescimento dos partidos aliados nas eleições municipais, existe a expectativa de crescimento do bloco de apoio ao governo por meio de troca de partidos.
A realização do jantar irritou partidos de oposição, que temem perder congressistas para a base aliada.
Outro lado
ACM recebeu com descaso e ironia a notícia de que foi pedida abertura de processo contra ele. "Não sei se vou apresentar defesa. Não estou levando este assunto a sério", disse.
Leia mais
Especial

