Publicidade
Publicidade
Nas mãos de aliados de Sarney, Luz para Todos fracassa no Maranhão
Publicidade
da Folha Online
O Luz para Todos acumula problemas no Maranhão, Estado natal do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), informa reportagem de Fernando Barros de Mello e Hudson Corrêa, publicada nesta segunda-feira pela Folha (íntegra disponível para assinantes do jornal e do UOL).
O programa foi criado em 2003 pelo governo Lula para levar energia elétrica às casas da zona rural
Entenda as denúncias contra a Fundação José Sarney
Domingo na Folha: Sarney ajudou filho a "atacar" setor elétrico, revela grampo
TJ-DF rejeita novo recurso de jornal no caso Fernando Sarney
Oposição cobra apuração de ingerência de Fernando Sarney em ministério
Família Sarney interfere em agenda de Edison Lobão
Segundo a reportagem, a meta original de ligações ainda não foi atingida e o programa está sob suspeita de fraude. O TCU (Tribunal de Contas da União) apura indícios de que os responsáveis pelas instalações maquiaram o número de ligações realmente feitas.
No Maranhão, o projeto é administrado por apadrinhados pelo presidente do Senado.
A Folha informa que o tribunal diz que inspeções da Eletrobrás constataram 13 mil ligações a menos do que o total (103 mil) que havia sido reportado pelo Estado ao Luz para Todos. Outro ponto questionado pelo TCU é uma suposta incongruência técnica nos dados fornecidos pela companhia de energia do Maranhão, a Cemar.
A Eletrobrás continua comandada por diretores ligados a Sarney. 'Fui nomeado com aval do presidente Sarney, não tenha dúvida', reconhece José Antonio Muniz, presidente da estatal desde março de 2008.
Outro lado
A Cemar (Companhia Energética do Maranhão) e a Eletrobrás negaram a existência de qualquer tipo de fraude no programa.
Sobre as 13 mil ligações que teriam sido feitas a menos, a concessionária maranhense afirma que existe uma "diferença natural entre executar a obra e prestar contas à Eletrobrás", estatal responsável pelo programa.
Segundo a Cemar, "tão logo a ligação é concluída, o domicílio é computado no Luz Para Todos", mas isso só ocorre na Eletrobrás após detalhamento de gastos e pagamentos de fornecedores.
Leia a reportagem completa na Folha desta segunda-feira, que já está nas bancas.
Leia mais
- Aécio contesta propaganda do governo federal do programa Luz para Todos
- Furnas admite que meta do Luz para Todos não será cumprida
- Luz para Todos deve deixar 168 mil de fora do programa
Outras notícias de política
- Assembleia de Minas quer férias-prêmio para comissionados
- Desapropriação da Vale no Pará é alvo de investigação
- Diploma para jornalista volta à pauta na CCJ da Câmara
Especial
Livraria
Publicidade
As Últimas que Você não Leu
Publicidade
+ LidasÍndice
- PF investiga se verba da compra da casa de Perillo saiu da Delta
- Dilma Rousseff aparece com o neto em rampa do Palácio do Planalto
- Thomaz Bastos diz que deixa julgamento moral à 'vingança de Deus'
- Governo veta 12 pontos e faz 32 modificações no Código Florestal
- Ex-diretor da Delta poderá ficar calado em CPI, decide STF
+ Comentadas
- Thomaz Bastos diz que deixa julgamento moral à 'vingança de Deus'
- Collor diz que respostas à CPI comprovam crimes de procurador-geral
+ EnviadasÍndice
Sobre a Folha | Expediente | Fale Conosco | Mapa do Site | Ombudsman | Erramos | Atendimento ao Assinante
ClubeFolha | PubliFolha | Banco de Dados | Datafolha | FolhaPress | Treinamento | Folha Memória | Trabalhe na Folha | Publicidade
Copyright Folha.com. Todos os direitos reservados. É proibida a reprodução do conteúdo desta página em qualquer meio de comunicaçao, eletrônico ou impresso, sem autorização escrita da Folha.com.






Tablet
Notebook
Tênis
Auto DVD Player
TV
Quer dizer que apesar de ser funcionário "público" eles não querem estar sob controle. Demitam todos e ai eles vão ver como era bom ser funcionário público.
avalie fechar
avalie fechar
Esta promessa de ponto eletronicao é como a de reforma administrativa no Senado, se o Senado fosse uma empresa ja teria quebrado, sua eficiencia é vergonha para os cidadãos.
Se nosso sistema politico exigisse um numero minimo de votos sem os quais nao se elegeriam um politico poderiamos ter uma camara com 500, ou com 400, ou 300 ou 200 representaantes.
O ex presidente deveria se retirar para Ilha do Calhau e rezar para que o país o esquecesse.
avalie fechar